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Saúde • 15:10h • 15 de fevereiro de 2026

Verão exige atenção redobrada com a saúde das crianças

Especialista alerta para risco de dengue, vírus respiratórios, queda na vacinação e aumento de acidentes

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações da Fiocruz | Foto: Arquivo Âncora1

 A orientação do especialista também destaca sinais de alerta específicos, medidas de prevenção em casa e cuidados especiais.
A orientação do especialista também destaca sinais de alerta específicos, medidas de prevenção em casa e cuidados especiais.

No verão é preciso manter o alerta com a saúde das crianças. O calor intenso e o aumento das chuvas favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, Zika e chikungunya. Ao mesmo tempo, a circulação de vírus respiratórios e a queda na cobertura vacinal ampliam os riscos para o público infantil.

O infectologista pediátrico Márcio Nehab, do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), orienta que pais e responsáveis mantenham vigilância em três frentes: prevenção das arboviroses, cuidado com infecções respiratórias e atualização da carteira de vacinação.

No caso da dengue, um erro comum é confundir a febre alta repentina, acompanhada de dor no corpo e mal-estar intenso, com uma gripe simples. A ausência de sintomas respiratórios importantes pode ser um sinal de alerta. Dor abdominal persistente, vômitos frequentes, sangramentos, sonolência excessiva ou irritabilidade são sinais que exigem atendimento médico imediato.

A circulação simultânea de dengue, Covid-19 e influenza também pode dificultar o diagnóstico, já que os sintomas podem se sobrepor. Além disso, embora o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) não esteja em alta neste período, ele continua sendo uma ameaça para bebês, especialmente os mais novos e prematuros.

Outro ponto crítico é a vacinação. A queda nas coberturas vacinais reacende o risco de doenças como sarampo, poliomielite, difteria e coqueluche. A vacina contra a dengue, disponível no SUS para faixas etárias específicas, reduz significativamente o risco de formas graves e internações — mas é fundamental completar o esquema com as duas doses. Crianças com vacinas atrasadas devem ser levadas imediatamente a uma unidade de saúde para atualização, sem necessidade de reiniciar o calendário.

Dentro de casa, a prevenção também exige atenção. Caixas d’água mal vedadas, ralos pouco usados, bandejas de ar-condicionado, pratinhos de plantas e recipientes que acumulam água são criadouros frequentes do mosquito. No cuidado com febre, o especialista alerta para evitar anti-inflamatórios sem orientação médica, pois podem agravar quadros como o da dengue.

Acidentes domésticos também aumentam. Afogamentos lideram as causas externas de morte infantil no verão e exigem supervisão constante em qualquer ambiente com água. Também crescem os casos de quedas, queimaduras, ingestão acidental de medicamentos e desidratação, especialmente em viagens.

Entre as orientações práticas estão oferecer líquidos com frequência, manter ambientes ventilados, usar roupas leves, aplicar protetor solar e repelente adequados à idade e evitar exposição ao sol nos horários mais quentes.

Para o especialista, a combinação de prevenção, vacinação em dia e supervisão ativa é a principal estratégia para garantir um verão mais seguro e saudável para as crianças.

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