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Saúde • 08:42h • 01 de janeiro de 2026

Verão aumenta risco de candidíase e irritações e exige mais atenção à saúde íntima

Calor, umidade e mudanças na rotina aumentam riscos de irritações e candidíase, e cuidados simples ajudam a prevenir

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Clari Assessoria | Foto: Divulgação

Por que o verão é a estação mais crítica para a saúde íntima das mulheres
Por que o verão é a estação mais crítica para a saúde íntima das mulheres

O verão combina sol forte, praia, piscina e longos períodos com roupas mais justas ou biquíni molhado. Para muitas mulheres, porém, a estação também marca um aumento significativo nos desconfortos íntimos. Calor e umidade criam um ambiente favorável ao desequilíbrio da microbiota vaginal, o que explica a maior incidência de irritações, corrimentos e episódios de candidíase nessa época do ano.

Segundo a ginecologista Tatiana Aoki, da Ellowa Health, o verão reúne uma combinação de fatores que impactam diretamente a saúde íntima feminina. “Há aumento da transpiração, maior tempo com biquíni molhado, contato frequente com areia e água do mar, além de mudanças na alimentação. Tudo isso interfere no equilíbrio da microbiota vaginal”, explica.

Entre os principais gatilhos da estação, a médica destaca três pontos que costumam se intensificar nos meses mais quentes. O primeiro é o consumo elevado de açúcar, comum em férias e períodos de lazer. Sorvetes, bebidas adoçadas e guloseimas favorecem a proliferação da Candida albicans, fungo associado à candidíase. O segundo fator é o estresse, que muitas vezes vem acompanhado de alimentação desregulada e maior ingestão de carboidratos simples. O terceiro é a hidratação insuficiente, já que o corpo perde mais líquidos no calor e nem sempre essa perda é reposta adequadamente.

Além dos hábitos alimentares, fatores externos também pesam. Permanecer por longos períodos com o biquíni molhado, usar roupas muito apertadas e reduzir a ventilação da região íntima alteram o microambiente local. “A vulva e a vagina funcionam como ecossistemas sensíveis. Pequenos desequilíbrios já são suficientes para desencadear sintomas incômodos”, ressalta a ginecologista.

A especialista explica que, nos últimos anos, cresceu a busca por estratégias preventivas, inclusive o uso de suplementação como apoio ao equilíbrio da microbiota. “Quando fortalecemos o ambiente vaginal para que os lactobacilos se mantenham ativos, reduzimos o risco de infecções recorrentes. Em períodos críticos, como o verão, esse reforço pode ser um aliado, desde que não substitua hábitos saudáveis e tenha orientação médica”, pontua.

Para atravessar a estação com mais conforto, Dra. Tatiana Aoki reforça que atitudes simples fazem diferença no dia a dia. Trocar o biquíni molhado sempre que possível, optar por roupas íntimas de algodão, reduzir o consumo de açúcar e ultraprocessados, beber água ao longo do dia e manter uma rotina que ajude a controlar o estresse estão entre as principais recomendações. Ela também alerta para cuidados de higiene que respeitem a microbiota e para a importância de procurar orientação profissional antes de iniciar qualquer suplementação.

“O que mudou é que as mulheres estão mais informadas e menos dispostas a aceitar desconfortos como algo normal. Educação em saúde íntima é fundamental para viver o verão com bem-estar e autonomia”, conclui a ginecologista.

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