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Saúde • 16:44h • 15 de outubro de 2025

Unimed Araxá reforça importância da higiene das mãos para prevenção de doenças e infecções

Infectologista reforça que o hábito pode reduzir em até 40% as infecções respiratórias e 30% as doenças diarreicas

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria ATrês | Foto: Arquivo

Lavar as mãos: o gesto simples que continua sendo a maior arma contra doenças infecciosas
Lavar as mãos: o gesto simples que continua sendo a maior arma contra doenças infecciosas

A higiene das mãos é reconhecida pela comunidade científica como uma das formas mais eficazes e acessíveis de prevenção contra doenças infecciosas. Mesmo diante dos avanços da medicina e da tecnologia em saúde, lavar ou higienizar corretamente as mãos continua sendo uma atitude essencial para conter a disseminação de vírus e bactérias em diferentes ambientes — sejam domésticos, escolares ou hospitalares.

O infectologista da Unimed Araxá, Dr. Jerônimo Menezes, explica que a prática é indispensável tanto para a população em geral quanto para os profissionais de saúde. “Lavar ou higienizar as mãos salva vidas. É um gesto simples, mas comprovadamente eficaz na redução de doenças como COVID-19, gripe e infecções intestinais, além de prevenir complicações em ambiente hospitalar”, afirma.

Durante a pandemia de COVID-19, o ato de higienizar as mãos ganhou destaque mundial. O uso do álcool 70% e a lavagem com água e sabão mostraram-se determinantes para reduzir a transmissão do coronavírus, além de outros vírus respiratórios, como o Influenza, e agentes causadores de diarreias infecciosas. “A correta higienização interrompe a cadeia de transmissão e protege tanto quem realiza o ato quanto as pessoas ao redor”, reforça o médico.

Estudos e técnicas

De acordo com estudos internacionais, aumentar a frequência e a qualidade da lavagem das mãos pode reduzir em até 40% as infecções respiratórias agudas e em 30% as doenças diarreicas. Em hospitais, onde o risco de disseminação de microrganismos resistentes é elevado, o hábito é considerado a principal medida para prevenir infecções associadas à assistência à saúde.

Dr. Jerônimo orienta que a fricção com solução alcoólica entre 60% e 80% é o método mais indicado na maioria dos casos, por ser rápido e eficaz. “O álcool em gel deve cobrir todas as superfícies das mãos e ser friccionado até completa secagem. Já a lavagem com água e sabão é necessária quando as mãos estão visivelmente sujas, após usar o banheiro, manipular alimentos ou tocar superfícies contaminadas”, detalha.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o tempo ideal de higienização é de 20 segundos, abrangendo palmas, dorsos, polegares, pontas dos dedos e punhos.

O infectologista também destaca a importância de campanhas educativas, treinamentos contínuos e monitoramento para consolidar o hábito entre profissionais e a população. “Mais do que um ato de higiene pessoal, lavar as mãos é um gesto de responsabilidade social. Em casa, no trabalho ou no hospital, essa prática protege a si mesmo e toda a comunidade”, conclui.

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