Policial • 08:43h • 25 de fevereiro de 2026
Uma a cada quatro cidades paulistas não registra roubos em 2025
Segurança Pública Uma a cada quatro cidades paulistas não registra roubos em 2025 São Paulo teve queda nos principais índices criminais no ano passado, com os menores números de casos da história para roubos em geral, de veículos e de carga, além de homicídios e latrocínios
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Governo de SP
Das 645 cidades do estado, 173 não registraram nenhum roubo em 2025, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. O número representa cerca de 27% dos municípios paulistas, ou pouco mais de uma em cada quatro cidades.
No total, o estado teve 161.310 roubos no ano passado, o menor número da série histórica, com queda de 16,7% em relação a 2024. Também foram registrados os menores índices desde 2001 para homicídios, latrocínios, roubos de veículos e de cargas.
De acordo com o Governo de São Paulo, a redução da criminalidade está ligada a investimentos em segurança pública, reforço do policiamento e uso de tecnologia. Nos últimos três anos, foram abertas quase 17 mil vagas para as polícias, investidos cerca de R$ 1,5 bilhão na área e realizadas mais de 400 operações conjuntas com órgãos como Ministério Público e Polícia Federal.
Entre as cidades sem roubos em 2025, a maior é Dois Córregos, com cerca de 24,5 mil habitantes. No histórico desde 2001, apenas dois municípios nunca registraram esse tipo de crime: Borá e São Francisco.
Apesar da ausência de roubos, quase todos esses municípios tiveram registros de furtos, geralmente em números baixos, com média de cerca de dois casos por mês.
O levantamento também mostra que 289 cidades paulistas não tiveram homicídios em 2025, quase metade do total. Em municípios de médio porte, entre 50 mil e 100 mil habitantes, a violência letal também foi baixa, com a maioria registrando menos de 20 assassinatos no ano.
Uma das principais estratégias do estado para combater roubos é o programa Muralha Paulista, que integra cerca de 94 mil câmeras de vigilância em todo o território. A tecnologia inclui leitura de placas, reconhecimento facial e monitoramento em tempo real, cruzando dados com bancos nacionais para identificar foragidos, localizar veículos roubados e auxiliar na busca por pessoas desaparecidas.
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