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Educação • 10:07h • 23 de janeiro de 2025

Sisu impulsiona inclusão nas universidades públicas

Segundo reitores das instituições, o Sistema de Seleção Unificada promove eficiência, mobilidade e equidade no acesso ao ensino superior público, além de otimizar o preenchimento das vagas no Brasil inteiro

Da Redação com informações de Agência Gov | Foto: Juca Varella/Agência Brasil

O sistema ainda torna o processo de seleção mais prático para as instituições ao reduzir custos.
O sistema ainda torna o processo de seleção mais prático para as instituições ao reduzir custos.

Criado há 15 anos, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), gerido pelo Ministério da Educação (MEC), tem desempenhado um papel central no fortalecimento das instituições públicas de ensino superior e na ampliação do acesso à educação de qualidade. Só em 2025, o Sisu oferece 261.779 vagas para 6.851 cursos de graduação em 124 instituições de todas as regiões do país.

Por meio de uma plataforma que conecta estudantes às universidades, o Sisu fortalece não apenas a inclusão social, mas também a diversificação do corpo discente e a otimização do preenchimento de vagas. O sistema ainda torna o processo de seleção mais prático para as instituições ao reduzir custos.

“Participar do Sisu é manter as portas da Universidade Federal de São Carlos [UFSCar] abertas para ingressantes de todo o território nacional, o que nos traz uma diversidade ímpar para ampliar a relevância do nosso fazer em ensino, extensão e pesquisa. Além disso, o ingresso unificado fortalece as universidades federais como uma rede de educação superior espalhada por todo o país. É uma política pública a ser defendida e aprimorada sempre”, afirma Ana Beatriz de Oliveira, reitora da UFSCar.

Histórico

Antes da criação do Sisu, o acesso ao ensino superior público era um desafio para os estudantes na maior parte do país, sendo preciso enfrentar uma verdadeira maratona de vestibulares isolados em diferentes instituições. O modelo não apenas limitava as opções de escolha, mas também gerava altos custos para os estudantes com inscrições, deslocamentos e estadias. Por isso, o processo acabava sendo mais excludente, principalmente para alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Essa barreira foi eliminada pelo Sisu, permitindo que os candidatos concorram, com uma única inscrição, a vagas em diversas instituições públicas de ensino superior do Brasil de forma simples e gratuita, a partir dos resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Assim, promove maior mobilidade estudantil.

Para Carlos Henrique de Carvalho, reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por meio do Sisu, as instituições têm a oportunidade de ampliar seu alcance e diversificar o perfil de seus estudantes. “Dessa forma, é possível garantir que um número maior de pessoas tenha acesso à educação de qualidade. Na Universidade Federal de Uberlândia, por exemplo, há 3.204 vagas disponíveis em 94 cursos, distribuídos entre os campi localizados em Uberlândia, Ituiutaba, Monte Carmelo e Patos de Minas. Essa variedade permite que alunos de diferentes regiões e contextos possam encontrar uma formação acadêmica que atenda às suas aspirações e necessidades”, destaca.

Essa visão é compartilhada por José Roberto Scolforo, reitor da Universidade Federal de Lavras (Ufla). “O Sisu desempenha um papel fundamental na democratização do acesso ao ensino superior, permitindo que universidades do interior, como a Ufla, recebam estudantes de diversas partes do país. Esse processo amplia a diversidade cultural e acadêmica em nossas instituições, fortalecendo a formação de profissionais qualificados que contribuem diretamente para o desenvolvimento regional e nacional. É uma iniciativa que transforma vidas e gera impacto positivo em todas as esferas da sociedade”, aponta.

Inclusão

Outro ponto de destaque é a adoção de um sistema unificado de cotas. Ele permite avançar na inclusão de grupos historicamente sub-representados no ensino superior, como estudantes de escolas públicas, pessoas de baixa renda e populações pretas, pardas, indígenas e quilombolas, além de pessoas com deficiência. Assim, contribui para uma educação mais equitativa e diversa.

Segundo o reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Sylvio Puga, a inclusão no ensino superior, além de transformar a vida desses estudantes, é um fator de transformação social: “O Sisu é uma ferramenta estratégica para ampliar o acesso ao ensino superior e fortalecer instituições como a Universidade Federal do Amazonas, essencial para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Por meio desse sistema, estudantes de todo o Brasil podem se conectar a uma das regiões mais ricas em diversidade do planeta, contribuindo para a formação de profissionais comprometidos com as demandas locais e nacionais. É um instrumento que valoriza o potencial dos jovens e reforça a missão da Ufam de transformar vidas por meio da educação”. 

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