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Economia • 08:27h • 04 de setembro de 2024

Setembro terá bandeira tarifária vermelha patamar 2, impactando contas de energia

Com previsão de clima seco e escassez de chuvas, aumento nos custos de geração de energia elétrica traz alerta para consumo consciente

Da Redação | Com informações da ANEEL | Foto: Divulgação

Cenário climático desfavorável leva ao aumento do PLD e ao GSF
Cenário climático desfavorável leva ao aumento do PLD e ao GSF

Pela primeira vez em mais de três anos, a bandeira tarifária vermelha patamar 2 foi acionada, conforme anúncio feito na sexta-feira (30/8) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A medida, válida para o mês de setembro, resultará em um acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos pelos brasileiros, refletindo os maiores custos de geração de energia elétrica no país.

A decisão de acionar a bandeira vermelha patamar 2 foi motivada por previsões de chuvas abaixo da média para o mês de setembro, o que impacta diretamente os níveis dos reservatórios das hidrelétricas, que devem operar com cerca de 50% de sua capacidade média. Além disso, as temperaturas acima da média histórica em todo o país também contribuem para a intensificação do uso das usinas termelétricas, que têm um custo de operação significativamente mais alto do que as hidrelétricas.

Esse cenário climático desfavorável leva ao aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) e ao risco hidrológico (GSF), fatores que influenciam diretamente no acionamento da bandeira tarifária vermelha patamar 2. A última vez que essa bandeira foi acionada foi em agosto de 2021. Desde então, os consumidores vinham experimentando um período prolongado de bandeira verde, iniciado em abril de 2022, que só foi interrompido em julho de 2024 com a bandeira amarela.

Consumo consciente e responsabilidade ambiental

Com o sistema de bandeiras tarifárias, os consumidores podem ajustar seu consumo de energia de acordo com os sinais de custo da geração elétrica. A bandeira vermelha patamar 2 serve como um alerta para a necessidade de uso consciente e eficiente da energia, uma vez que o repasse desses custos adicionais de operação às tarifas acontece em tempo real, permitindo que o consumidor tenha um papel ativo na gestão de sua conta de luz.

A orientação para os consumidores é clara: adotar medidas de economia de energia e evitar desperdícios durante o período em que a bandeira vermelha estiver em vigor. A redução do consumo de energia não apenas diminui o impacto nas contas mensais, mas também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico, minimizando a necessidade de acionamento das termelétricas.

Sobre o sistema de bandeiras tarifárias

Criado pela ANEEL em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias foi desenvolvido para sinalizar aos consumidores os custos variáveis da geração de energia no Brasil. As bandeiras refletem a disponibilidade de recursos hídricos e o uso de fontes de geração mais caras, como as termelétricas, incentivando o uso consciente da energia elétrica. A bandeira verde indica condições favoráveis de geração, sem custo adicional; a bandeira amarela sinaliza uma situação intermediária; e as bandeiras vermelhas, patamares 1 e 2, refletem custos elevados de geração.


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