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Saúde • 09:29h • 27 de novembro de 2025

Relatório da OMS aponta impacto global da solidão na saúde

Documento alerta para quase 1 milhão de mortes anuais e destaca necessidade de políticas públicas para reduzir isolamento social

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações do CFF | Foto: Arquivo Âncora1

A falta de contato social pode ativar respostas de estresse que afetam sistemas endócrino, imune e cardiovascular, gerando alterações hormonais e processos inflamatórios ligados a doenças crônicas.
A falta de contato social pode ativar respostas de estresse que afetam sistemas endócrino, imune e cardiovascular, gerando alterações hormonais e processos inflamatórios ligados a doenças crônicas.

A solidão tem se tornado um problema crescente de saúde pública em todo o mundo. Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que quase 1 milhão de pessoas morrem por ano devido às consequências da falta de vínculos sociais — o equivalente a cerca de 100 mortes por hora. O documento reúne evidências sobre como as conexões humanas influenciam o bem-estar físico e emocional e reforça a necessidade de políticas públicas voltadas para o tema.

O estudo mostra que aproximadamente uma em cada seis pessoas no planeta enfrenta solidão, seja por morar sozinha, por limitações de saúde, barreiras estruturais ou falta de acesso à tecnologia. A OMS diferencia solidão — um sentimento de desconexão — de isolamento social, que é a ausência real de contato e relações no dia a dia.

Embora muitas vezes associada à velhice, a solidão afeta todas as idades. Estimativas citadas pela OMS indicam que 21% dos adolescentes entre 13 e 17 anos e 17,4% dos jovens de 18 a 29 anos relatam sentir-se solitários. Em países de baixa renda, o quadro é ainda mais grave, atingindo uma em cada quatro pessoas. Migrantes, pessoas com deficiência e a população LGBTQIA+ estão entre os grupos que enfrentam maiores barreiras para criar vínculos.

O isolamento também está relacionado a comportamentos prejudiciais, como sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e baixa adesão a tratamentos médicos. Estudos mencionados pelo psiquiatra Luiz Zoldan, do Hospital Israelita Albert Einstein, apontam que morar sozinho aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, transtornos de ansiedade e depressão, além de acelerar o declínio cognitivo. Segundo ele, manter relações sociais fortes pode elevar em até 50% as chances de sobrevivência em comparação com pessoas isoladas.

A ciência também demonstra impactos diretos no organismo. A ausência de interação social pode ativar respostas de estresse que afetam os sistemas imunológico, endócrino e cardiovascular, provocando alterações hormonais e processos inflamatórios associados a doenças crônicas. Para a OMS, fortalecer laços sociais não é apenas uma questão individual: é uma estratégia essencial para construir comunidades mais saudáveis e deve ser tratada como prioridade nas políticas de saúde pública.

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