Educação • 17:03h • 02 de março de 2026
Pós-graduação, residência e hospital: os primeiros passos de egressas da FEMA
Ex-alunas destacam impacto da formação acadêmica na conquista de residência, pós-graduação e atuação hospitalar em Assis
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Fema | Foto: Divulgação
Três egressas do curso de Enfermagem da Fundação Educacional do Município de Assis, FEMA, compartilharam como a formação acadêmica influenciou seus primeiros passos após a graduação. Os relatos mostram caminhos distintos, que envolvem rápida inserção no mercado, ingresso em programa de residência e continuidade dos estudos em pós-graduação.
Para Maria Danielly de Freitas Pereira, a identificação com a área da saúde começou ainda no curso técnico, mas foi durante a graduação que consolidou a decisão profissional. Menos de um mês após concluir o curso, passou a conciliar duas atividades na área. Recentemente, foi aprovada em um programa de residência multiprofissional em Urgência e Emergência, área que já figurava entre seus objetivos.

Segundo ela, a formação recebida foi decisiva para alcançar esse resultado. “A prática conciliada à teoria, o estágio supervisionado e a participação em projetos científicos e de extensão foram determinantes para a minha formação profissional e para a construção da autonomia do enfermeiro”, afirma.
Natiele Miguel de Azevedo destaca que escolheu a Enfermagem a partir da compreensão do cuidado como dimensão técnica e humana. Após a formatura, enfrentou o período de incertezas comum a muitos recém-formados, principalmente diante das decisões sobre inserção profissional.

Optou por investir em qualificação e atualmente cursa pós-graduação em Auditoria e Serviços de Saúde e em Enfermagem Obstétrica. Para ela, as experiências nos estágios foram fundamentais para adquirir segurança na prática. “Essas experiências ajudam a lidar com as situações do dia a dia e reforçam a importância de buscar sempre mais conhecimento”, relata.
Já Silvia Helena da Cruz ingressou diretamente na graduação, sem formação técnica prévia. A decisão pela Enfermagem surgiu a partir da convivência com uma colega de trabalho e da identificação com a rotina de cuidado aos pacientes.

Após concluir o curso, enfrentou o desafio da inserção em um mercado competitivo. Hoje atua na clínica cirúrgica da Santa Casa de Assis, setor que atende pacientes de cirurgias eletivas, avaliações cirúrgicas e algumas urgências. “A base teórica e, principalmente, as práticas me deram confiança. O apoio dos professores e a troca com colegas também foram fundamentais”, conta.
Os depoimentos evidenciam que a formação em Enfermagem envolve não apenas conhecimento técnico, mas também desenvolvimento de autonomia, responsabilidade e preparo para diferentes realidades profissionais, elementos que impactam diretamente a trajetória dos recém-formados.
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