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Saúde • 07:57h • 18 de dezembro de 2025

Profissionais de saúde serão os primeiros a receber a nova vacina contra a dengue

Imunizante de dose única do Instituto Butantan será incorporado ao SUS com prioridade para quem atua na atenção básica

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações do CFF | Foto: Arquivo Âncora1

A estratégia inicial prevê a vacinação de grupos prioritários definidos com base em critérios técnicos e no perfil epidemiológico da doença.
A estratégia inicial prevê a vacinação de grupos prioritários definidos com base em critérios técnicos e no perfil epidemiológico da doença.

O Ministério da Saúde apresentou o plano nacional de imunização contra a dengue com a nova vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan. Trata-se do primeiro imunizante de dose única contra a doença no mundo, com produção integral em território brasileiro. O primeiro lote, estimado em 1,3 milhão de doses, será disponibilizado exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde a partir de 2026.

A estratégia inicial prevê a vacinação de grupos prioritários definidos com base em critérios técnicos e no perfil epidemiológico da doença. Entre os primeiros contemplados estão os trabalhadores da Atenção Primária à Saúde em todo o país e adultos de 50 a 59 anos, com início pelos mais velhos e ampliação progressiva para faixas etárias mais jovens.

Segundo a pasta, a vacina oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue e, neste primeiro momento, será direcionada aos profissionais que atuam diretamente na rede básica. A ampliação para o público geral ocorrerá de forma gradual, acompanhando o aumento da capacidade produtiva e da entrega de doses.

Embora a data exata de início da campanha ainda não esteja definida, a expectativa do governo é começar a aplicação das doses até o fim de janeiro do próximo ano. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que a meta é iniciar a vacinação em articulação com estados e municípios, com foco também em ações de comunicação voltadas aos públicos prioritários.

A orientação técnica adotada pelo ministério é iniciar a imunização pelos grupos etários mais elevados, avançando gradualmente para os mais jovens. Além disso, um estudo clínico específico para pessoas com mais de 60 anos deve ser iniciado no começo do próximo ano, após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o que poderá permitir a inclusão desse público em etapas futuras da campanha.

Desde 2024, o SUS já utiliza outra vacina contra a dengue, de origem internacional, voltada para adolescentes de 10 a 14 anos. De acordo com o ministério, mais de 7,4 milhões de doses já foram aplicadas nesse grupo, e essa estratégia será mantida paralelamente à incorporação do imunizante do Butantan, que deverá atender a população de 15 a 59 anos.

Não há, por enquanto, previsão de ampliação dos estudos para crianças com menos de 10 anos. Parte das doses da nova vacina também será destinada a estudos de impacto em municípios com alta circulação viral, como Botucatu, no interior de São Paulo, onde predomina o sorotipo DENV-3. Outras cidades com perfil semelhante poderão ser incluídas.

Dados apresentados pela Anvisa indicam que a vacina do Butantan alcançou eficácia de 74,7% contra dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos e 89% de proteção contra formas graves da doença. Apesar da redução expressiva dos casos em 2025, o Ministério da Saúde reforça que as medidas de prevenção continuam fundamentais, incluindo o combate a focos do mosquito, a limpeza de reservatórios e o uso de barreiras físicas como telas.

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