• Quatá e João Ramalho terão nova interrupção de energia na madrugada desta terça-feira
  • Quer morar sozinho? Brasileiros apontam os estados mais seguros para viver com independência
  • Novo radar meteorológico amplia monitoramento climático e reforça segurança do espaço aéreo brasileiro
Novidades e destaques Novidades e destaques

Variedades • 15:15h • 10 de outubro de 2024

Por que as cobras têm ‘sangue frio’? Entenda a temperatura corporal delas

Estudo aponta que serpentes precisam de fontes externas de calor para ajudar na locomoção, função imunológica, alimentação e reprodução

Da Redação/Agência SP | Foto: Foto: Comunicação Butantan/Governo de SP

A temperatura corporal influencia diversos aspectos comportamentais e fisiológicos das serpentes.
A temperatura corporal influencia diversos aspectos comportamentais e fisiológicos das serpentes.

Assim como outros répteis (e os anfíbios), as serpentes são conhecidas por terem “sangue frio” – ou, cientificamente falando, por serem ectotérmicas. Mas, diferente do que se imagina, isso não significa que elas estão sempre frias: o que acontece é que as cobras dependem do ambiente externo para regular sua temperatura corporal, pois não conseguem produzir calor suficiente sozinhas.

Por outro lado, os animais endotérmicos – aves e mamíferos (incluindo nós, humanos) – usam calor gerado internamente por reações metabólicas para manter sua temperatura estável, tanto no verão como no inverno, além de contarem com recursos fisiológicos, como transpiração ou tremor, que ajudam nessa regulação.

A temperatura corporal influencia diversos aspectos comportamentais e fisiológicos das serpentes, como locomoção, função imunológica, alimentação e crescimento. Elas buscam o calor para ativar a circulação, produzir hormônios e até para ajudar na digestão – por isso, são fãs de pegar um solzinho após o almoço.

Sem fontes de calor, as cobras não conseguem cumprir suas funções metabólicas. Assim, no inverno, tendem a ficar mais letárgicas e podem até evitar se alimentar, passando por um processo de dormência semelhante à hibernação dos mamíferos, chamado de brumação. Diferente dos amigos de “sangue quente”, que se alimentam bastante antes de hibernar, as serpentes podem brumar sem se nutrir. Elas ficam em locais expostos ao sol e reduzem o ritmo da respiração e dos batimentos cardíacos.

O oposto também acontece: quando está muito quente, a cobra pode se abrigar em um lugar fresco e entrar em um estado de dormência conhecido como estivação, que a ajuda a sobreviver às altas temperaturas.

O calor também dita a reprodução: muitas serpentes se reproduzem de acordo com a época do ano. Entre as espécies brasileiras, o acasalamento geralmente acontece no outono ou inverno, mas é somente na primavera que as fêmeas entram em período fértil. Elas armazenam o esperma masculino até que os óvulos estejam prontos para serem fecundados. Os filhotes costumam nascer no verão, época mais propícia para seu desenvolvimento, com clima favorável e maior disponibilidade de alimentos.

Algumas cobras, no entanto, desafiam “as leis da natureza” e conseguem produzir calor sozinhas. É o caso das mamães pítons e cascavéis, que elevam a temperatura interna do corpo em prol de seus descendentes. Enquanto a píton, ovípara, se enrola em seus ovos e vibra diferentes músculos para aquecê-los, a cascavel, vivípara, gera calor quando está prenhe para ajudar no desenvolvimento dos filhotes.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Cidades • 21:00h • 20 de abril de 2026

Quatá e João Ramalho terão nova interrupção de energia na madrugada desta terça-feira

Serviço programado pode causar desligamento de até três minutos por volta de 0h15; ação faz parte de melhorias no sistema elétrico

Descrição da imagem

Variedades • 20:50h • 20 de abril de 2026

Quer morar sozinho? Brasileiros apontam os estados mais seguros para viver com independência

Pesquisa revela que segurança, qualidade de vida e custo acessível pesam na decisão de quem busca independência

Descrição da imagem

Variedades • 19:36h • 20 de abril de 2026

Chuva de meteoros Líridas atinge pico em 22 de abril e poderá ser vista a olho nu no Brasil

Fenômeno histórico pode registrar até 18 meteoros por hora, com melhores condições em locais afastados da iluminação urbana

Descrição da imagem

Variedades • 18:23h • 20 de abril de 2026

Quer ser piloto? Veja exigências, custos e salários da profissão mais desejada

Carreira atrai pela projeção internacional, mas exige formação rigorosa, inglês fluente e alto investimento

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 17:32h • 20 de abril de 2026

Está no Paraná? Confira dicas de passeios

Entre trilhas, aquários, história e muito verde, o Instituto Água e Terra (IAT) preparou uma lista com Unidades de Conservação e complexos ambientais que podem ser visitados durante o feriadão

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 17:01h • 20 de abril de 2026

Do hobby ao profissional: novas regras para drones entram em vigor em julho

Atualização do DECEA unifica normas, amplia exigências e reforça segurança no uso de aeronaves não tripuladas

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 16:46h • 20 de abril de 2026

ProPatinhas e SinPatinhas registram 1,3 milhão de pets em um ano

Iniciativas integram proteção dos animais domésticos à biodiversidade, saúde pública e agenda de desenvolvimento sustentável no Brasil

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 16:18h • 20 de abril de 2026

Day e Lara se apresentam em Tarumã em evento que marca início da Festa do Tropeiro 2026

Evento no dia 1º de maio reúne música, anúncio oficial e programação especial no Espaço da Feira da Família

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar