Educação • 17:00h • 01 de abril de 2026
Por dentro da Medicina da FEMA: prática, estrutura e formação desde o início
O que diferencia a Medicina da FEMA em um cenário de expansão de cursos no país
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Foto: Âncora1
Em um cenário de expansão dos cursos de Medicina no país, a FEMA tem apostado em um modelo mais controlado e focado em qualidade para se diferenciar no vestibular em andamento. Em Assis, a graduação se posiciona com base em ensino prático intensivo, turmas reduzidas e acompanhamento próximo dos alunos ao longo de toda a formação.
O curso foi autorizado em outubro de 2016 e recebeu sua primeira turma em fevereiro de 2017. Em 2026, chega a uma década de trajetória com cerca de 700 médicos formados, número que a instituição trata como o primeiro grande legado da graduação na região.
Esse percurso também se reflete nos indicadores acadêmicos. A Medicina da FEMA possui nota 4,04 no Conselho Estadual de Educação, reforçando o pilar de excelência adotado pelo curso desde sua criação.
A proposta pedagógica é sustentada por um modelo que prioriza qualidade sobre volume. Embora autorizado a ofertar até 60 vagas, o curso limita as turmas a no máximo 44 alunos. A estratégia busca ampliar o acompanhamento individual e garantir maior absorção do conteúdo.

Nas atividades práticas, esse cuidado se intensifica. Os grupos são formados por até 10 estudantes, permitindo participação ativa, contato direto com os professores e desenvolvimento mais consistente das habilidades clínicas.
A estrutura também é um dos pontos centrais da formação. O curso conta com laboratórios exclusivos voltados à prática médica, incluindo morfofuncional, anatomia, histologia, embriologia, simulação realística, técnica cirúrgica, além de laboratórios específicos de ginecologia e pediatria. O objetivo é garantir que o aluno vivencie, na prática, as diferentes dimensões da formação médica.
Arte: Âncora1
A integração com a rede de saúde complementa esse processo. O internato é realizado no Hospital Regional e na Santa Casa de Assis, inserindo o estudante na rotina real da profissão e fortalecendo a conexão entre teoria e prática.
Além da graduação, a FEMA também oferece residências médicas em Clínica Geral e Cirurgia Geral, além de parcerias com instituições como o Hospital Regional e a Santa Casa, ampliando as possibilidades de especialização e continuidade da formação.

Outro eixo destacado é a metodologia de ensino, baseada em professores altamente capacitados e com abordagem humanizada. A proposta é formar profissionais com domínio técnico, mas também preparados para a relação com o paciente e os desafios do cotidiano da profissão.
A instituição também acompanha as transformações no cenário da Medicina, incluindo o Enamed. O exame já está no radar da graduação, que vem preparando alunos dos anos finais para esse tipo de avaliação, incorporando novas exigências ao processo formativo.
Como Fundação Municipal, a FEMA reforça seu caráter público e o compromisso com a formação regional. Na região, apenas Assis, Marília e Presidente Prudente oferecem cursos de Medicina, o que posiciona a cidade como um polo estratégico na área da saúde.

Mais do que ampliar vagas, a estratégia da instituição tem sido consolidar um modelo baseado em proximidade, prática e qualidade. Esse direcionamento também orienta o vestibular, que segue com inscrições abertas.
O conceito da campanha resume essa proposta: “Onde começa um médico?"
Aqui na FEMA.
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