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Responsabilidade Social • 12:38h • 16 de dezembro de 2024

Pesquisa do NetLab mostra como influenciadores monetizam conteúdo de ódio contra mulheres

Estudo do NetLab da UFRJ mostra que canais misóginos no YouTube monetizam discurso de ódio e fortalecem violência de gênero

Da Redação | Com informações da Agência Brasil | Foto: Arquivo

Influenciadores lucram com conteúdo misógino no YouTube, revela pesquisa
Influenciadores lucram com conteúdo misógino no YouTube, revela pesquisa

A pesquisa do NetLab (Observatório da Indústria da Desinformação e Violência de Gênero nas Plataformas Digitais), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), revela que influenciadores digitais estão lucrando com vídeos misóginos no YouTube, um fenômeno que contribui para a propagação do discurso de ódio contra as mulheres.

O estudo analisou 76,3 mil vídeos que geraram quase 4 bilhões de visualizações, mostrando que, em alguns casos, canais estão monetizando conteúdos antifeministas, defendendo a submissão feminina e, em alguns casos, até mesmo justificando abusos e violência.

A pesquisa identificou 137 canais com conteúdo explicitamente misógino, com a maioria dos vídeos publicados entre 2021 e 2024. Esses canais não só atacam mulheres em geral, mas também disseminam estereótipos e pregações sobre o controle das mulheres, muitas vezes mascaradas como "desenvolvimento pessoal masculino".

Os criadores de conteúdo usam a plataforma para difundir estratégias de manipulação e abuso psicológico, enquanto ainda geram receita com anúncios e doações financeiras, incluindo o uso de criptomoedas e plataformas de crowdfunding.

O estudo também alertou sobre a dificuldade das plataformas em lidar com esse conteúdo, apesar de suas políticas contra discursos de ódio. De acordo com o NetLab, a regulamentação das redes sociais se faz urgente para combater a disseminação desses conteúdos.

A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, reforçou a necessidade de regulamentação mais rígida e a construção de conteúdos alternativos nas plataformas. Por sua vez, o YouTube afirmou que removeu mais de 511 mil vídeos por violação de suas diretrizes, mas destacou que não foi consultado para a pesquisa.

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