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Gastronomia & Turismo • 17:19h • 03 de fevereiro de 2026

Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira abriga caverna com maior abertura vertical do mundo

Localizada no PETAR, estudo pioneiro desenvolvido pela USP com apoio da Fundação Florestal abre possibilidade de futura reabertura da visitação

Agência SP | Foto: Governo de SP

Caverna Casa de Pedra, localizada no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar)
Caverna Casa de Pedra, localizada no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar)

A Caverna Casa de Pedra, localizada no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), no Vale do Ribeira, abriga a maior abertura vertical de caverna do mundo. Inserida na Mata Atlântica, a imponente boca da caverna tem mais de 197 metros de altura – o equivalente a cinco Cristos Redentores empilhados. A informação oficial foi anunciada após a USP realizar a medição por drone utilizando líder 3D, que constatou a dimensão.

O estudo teve duração de mais de um ano e faz parte de um trabalho de pesquisa pioneiro desenvolvido pela Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil).

Além da medição da altura do pórtico da Casa de Pedra – que tem extensão interna de 2.930 metros – os pesquisadores também fizeram o monitoramento hidrológico do interior da caverna. O objetivo é compreender a dinâmica das águas que percorrem o local e oferecer subsídios técnicos para uma futura reabertura da visitação.

“O monitoramento da Casa de Pedra representa um marco para a conservação. Estamos construindo as bases junto com a ciência para que, no futuro, a visitação interna volte a ocorrer com segurança, trazendo benefícios para o turismo sustentável do Vale do Ribeira e fortalecendo a imagem do Petar como patrimônio mundial da humanidade”, destaca Rodrigo Levkovicz, diretor-executivo da Fundação Florestal.

O interior da caverna está fechado para visitação desde 2003 após um acidente. Somente pesquisadores autorizados têm acesso. O projeto, coordenado pelo professor Nicolás Misailidis Strikis, do Instituto de Geociências da USP, instalou linígrafos pluviômetros – equipamentos que registram automaticamente os níveis de água e os volumes de chuva que alimentam o sistema. Os dados coletados permitem compreender como ocorrem as enchentes dentro da cavidade. A partir dessas informações, será possível criar protocolos de visitação segura.

A iniciativa só foi possível graças ao apoio da Fundação Florestal, que administra o Petar e dá suporte às equipes de pesquisa. O órgão auxilia no acesso, na logística e no acompanhamento das atividades em campo, para que o trabalho siga de acordo com as diretrizes de conservação do parque.

“Com as medidas implementadas, podemos estudar a abertura do parque em algumas épocas específicas do ano, dentro de monitoramentos adequados para garantir a preservação da área e a segurança dos visitantes”, comenta Juliana Conrado, gestora do Petar.

Inserida em uma área reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco, o Petar tem um conjunto de mais de 400 cavernas catalogadas e possui imenso valor geológico, ecológico e cultural, como um dos maiores patrimônios naturais da humanidade. A Fundação Florestal reforça o papel da ciência na proteção do patrimônio natural e atua diretamente na construção de caminhos para o turismo sustentável no Vale do Ribeira.

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