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Saúde • 14:50h • 19 de outubro de 2025

Os efeitos positivos da aromaterapia no cuidado de idosos com demência e Parkinson

Uso terapêutico de óleos essenciais mostra resultados promissores na cognição, no humor e na qualidade do sono de pacientes com doenças neurodegenerativas

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Nova Ideia | Foto: Divulgação

Estudos indicam que estimulação olfativa pode melhorar cognição em até 226%
Estudos indicam que estimulação olfativa pode melhorar cognição em até 226%

A aromaterapia vem ganhando espaço como terapia complementar no cuidado de idosos com demência e doença de Parkinson, especialmente por seus efeitos sobre o humor, o sono e o equilíbrio emocional. Estudos recentes indicam que a estimulação olfativa noturna com óleos essenciais pode aumentar em até 226% a capacidade cognitiva de adultos mais velhos, além de melhorar a integridade dos circuitos neurais associados à memória e ao aprendizado.

A Dra. Talita Pavarini, enfermeira doutora e especialista em práticas integrativas com foco em aromaterapia clínica, coordena projetos de pesquisa e capacitação para profissionais de saúde, destacando-se no uso dos aromas como ferramenta terapêutica em contextos de cuidado com o idoso. Segundo a pesquisadora, os efeitos da aromaterapia vão além do relaxamento: “Quando usamos aromas como lavanda, bergamota ou vetiver em ambientes controlados, observamos mudanças sutis, porém significativas, no estado emocional dos pacientes”, afirma.

Em casos de demência, especialmente Alzheimer, e nos distúrbios não motores do Parkinson, como agitação, insônia e ansiedade, a aromaterapia tem se mostrado uma aliada importante. A estimulação olfativa pode atuar como um canal sensorial capaz de reativar memórias, proporcionar conforto e favorecer a tranquilidade, reduzindo o estresse e promovendo melhor qualidade de vida.

O uso prático envolve difusores ultrassônicos sem filtro, utilizados por períodos curtos e controlados, preferencialmente à noite. A exposição deve ser gradual e personalizada, respeitando a tolerância individual, o estágio da doença e possíveis contraindicações, como alergias ou sensibilidade respiratória. Para a especialista, é fundamental que o uso seja conduzido por profissionais capacitados, com protocolos claros e acompanhamento das respostas.

Estudos sobre o uso de óleos olfativos

Pesquisas apontam que o uso regular e controlado de óleos essenciais pode modular processos neuroinflamatórios, reduzir o estresse oxidativo, equilibrar neurotransmissores e estimular a plasticidade neural. Esses mecanismos fortalecem a hipótese de que a aromaterapia possa desempenhar papel relevante como suporte complementar em estratégias integrativas de reabilitação cognitiva e emocional.

Em instituições de longa permanência ou unidades hospitalares, a aplicação da aromaterapia exige diretrizes técnicas, monitoramento contínuo e integração com outras práticas de cuidado, como fisioterapia, terapia cognitiva e suporte psicossocial. Essa abordagem integrada potencializa resultados e reforça o conceito de cuidado humanizado.

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