• Carnaval, calor, álcool e poucas pausas: por que segurar o xixi na folia faz mal à saúde
  • FCL-Assis oferecerá bacharelado inédito no Brasil com estudos na China e 40 vagas em 2026
  • Exporta SP chega a Assis com formação online para quem quer vender ao mercado internacional
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 11:19h • 22 de março de 2025

ONU confirma 2024 como o ano mais quente em 175 anos

Relatório se baseou em serviços meteorológicos nacionais

Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.
Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), instituição da Organização das Nações Unidas (ONU), informou nesta quarta-feira (19) que 2024 foi o ano mais quente em 175 anos de registro científico. As temperaturas registradas ao longo do ano confirmaram que o ano passado foi o primeiro a superar 1,5 °C acima do período pré-industrial (1850-1900).

Apesar do recorde, o relatório da instituição traz dados preliminares que estimam um aquecimento global de longo prazo entre 1,34 °C e 1,41 °C em comparação ao mesmo período.

“Embora um único ano de aquecimento superior a 1,5 °C não indique que os objetivos de temperatura de longo prazo do Acordo de Paris estejam fora de alcance, é um sinal de alerta de que estamos aumentando os riscos para as nossas vidas, economias e para o planeta”, alerta a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo.

Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.

O relatório traz ainda uma série de dados que apontam recordes em outros indicadores de mudanças climáticas no ano de 2024, como o nível mais elevado nos últimos 800 mil anos de concentração atmosférica de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso.

“O dióxido de carbono permanece na atmosfera durante gerações, retendo o calor”, destaca o estudo.

Cerca de 90% da energia retida pelos gases com efeito de estufa no sistema terrestre é armazenada nos oceanos. O que levou a observação da taxa de aquecimento dos oceanos mais alta dos últimos 65 anos, em 2024, além da duplicação da taxa de subida do mar entre 2015 e 2024 na comparação com o período de 1993 a 2002.

Os últimos 3 anos também registraram as menores extensões de gelo antártico e a maior perda de massa glacial. Já no Ártico, as menores 18 extensões de gelo foram registradas nos últimos 18 anos.

Os impactos dos fenômenos meteorológicos extremos registrados no último ano, somados aos conflitos e elevados preços internos de alimentos, resultaram no agravamento das crises alimentares em 18 países, aponta o relatório

Segundo o secretário-geral da ONU, António Guterres, esses são sinais de alerta emitidos pelo planeta, mas o relatório também mostra que ainda é possível limitar o aumento da temperatura global em longo prazo.

“Os líderes têm de tomar medidas para que isso aconteça, aproveitando os benefícios das energias renováveis baratas e limpas para as suas populações e economias, com os novos planos nacionais para o clima que deverão ser apresentados este ano”, afirmou.

O relatório da OMM foi baseado nas contribuições científicas dos serviços meteorológicos e hidrológicos nacionais, dos centros climáticos regionais da instituição e de parceiros da ONU, com a participação de dezenas de peritos.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 22:01h • 11 de fevereiro de 2026

Entre assédio, empurrão e chacoalhão, BBB 26 vive edição no limite

Em menos de um mês, três participantes deixaram o programa fora do paredão e reacendem debate sobre contato físico, assédio e violência emocional no reality

Descrição da imagem

Variedades • 21:16h • 11 de fevereiro de 2026

Quanto tempo ainda resta ao Facebook? O envelhecimento da rede e de seus usuários

Plataforma segue relevante em cidades do interior e entre idosos, mas enfrenta um desafio estrutural para dialogar com novas gerações

Descrição da imagem

Mundo • 20:41h • 11 de fevereiro de 2026

Caso em academia de São Paulo expõe riscos de manipulação química sem protocolo

Mistura inadequada de produtos em ambiente fechado é considerada previsível e evitável por especialistas

Descrição da imagem

Mundo • 19:36h • 11 de fevereiro de 2026

Feriados escancaram desigualdade no cuidado dos filhos após a separação

Datas festivas revelam distância entre convivência eventual e exercício contínuo do cuidado, avalia especialista em direito de família

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 18:28h • 11 de fevereiro de 2026

Mercado de trabalho entra em nova era com foco em IA, requalificação e talentos híbridos

Disputa por especialistas, juros elevados e requalificação acelerada moldam estratégias de empresas, aponta estudo da INTOO

Descrição da imagem

Variedades • 17:33h • 11 de fevereiro de 2026

Carnaval, calor, álcool e poucas pausas: por que segurar o xixi na folia faz mal à saúde

Hábito comum durante a folia pode aumentar o risco de infecção urinária, incontinência e outros problemas urológicos

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 17:08h • 11 de fevereiro de 2026

Assis divulga programação oficial do Carnassis 2026 com quatro dias de festa

Programação reúne desfile de escola de samba, blocos, shows musicais, área kids e atividades para toda a família entre 14 e 17 de fevereiro

Descrição da imagem

Mundo • 16:50h • 11 de fevereiro de 2026

Energisa lança edital de inovação aberta para acelerar soluções de flexibilidade energética

Chamada do FlexLab recebe projetos até 25 de fevereiro e busca novas tecnologias e modelos de negócio para responder às variações de oferta e demanda de energia

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar