• Réveillon em alto-mar anuncia shows de Ana Castela, Safadão, Alok e mais artistas
  • Curso gratuito ensina como escrever melhor, convencer e construir autoridade na comunicação
  • O que fazer ao encontrar uma taturana ou lagarta? Instituto Butantan orienta
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 11:19h • 22 de março de 2025

ONU confirma 2024 como o ano mais quente em 175 anos

Relatório se baseou em serviços meteorológicos nacionais

Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.
Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM), instituição da Organização das Nações Unidas (ONU), informou nesta quarta-feira (19) que 2024 foi o ano mais quente em 175 anos de registro científico. As temperaturas registradas ao longo do ano confirmaram que o ano passado foi o primeiro a superar 1,5 °C acima do período pré-industrial (1850-1900).

Apesar do recorde, o relatório da instituição traz dados preliminares que estimam um aquecimento global de longo prazo entre 1,34 °C e 1,41 °C em comparação ao mesmo período.

“Embora um único ano de aquecimento superior a 1,5 °C não indique que os objetivos de temperatura de longo prazo do Acordo de Paris estejam fora de alcance, é um sinal de alerta de que estamos aumentando os riscos para as nossas vidas, economias e para o planeta”, alerta a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo.

Os pesquisadores avaliam que o recorde de temperaturas globais registrado em 2023 e quebrado em 2024 foi causado principalmente pelo aumento contínuo das emissões de gases do efeito estufa, associado a alternância entre os fenômenos de arrefecimento La Niña e de aquecimento El Niño.

O relatório traz ainda uma série de dados que apontam recordes em outros indicadores de mudanças climáticas no ano de 2024, como o nível mais elevado nos últimos 800 mil anos de concentração atmosférica de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso.

“O dióxido de carbono permanece na atmosfera durante gerações, retendo o calor”, destaca o estudo.

Cerca de 90% da energia retida pelos gases com efeito de estufa no sistema terrestre é armazenada nos oceanos. O que levou a observação da taxa de aquecimento dos oceanos mais alta dos últimos 65 anos, em 2024, além da duplicação da taxa de subida do mar entre 2015 e 2024 na comparação com o período de 1993 a 2002.

Os últimos 3 anos também registraram as menores extensões de gelo antártico e a maior perda de massa glacial. Já no Ártico, as menores 18 extensões de gelo foram registradas nos últimos 18 anos.

Os impactos dos fenômenos meteorológicos extremos registrados no último ano, somados aos conflitos e elevados preços internos de alimentos, resultaram no agravamento das crises alimentares em 18 países, aponta o relatório

Segundo o secretário-geral da ONU, António Guterres, esses são sinais de alerta emitidos pelo planeta, mas o relatório também mostra que ainda é possível limitar o aumento da temperatura global em longo prazo.

“Os líderes têm de tomar medidas para que isso aconteça, aproveitando os benefícios das energias renováveis baratas e limpas para as suas populações e economias, com os novos planos nacionais para o clima que deverão ser apresentados este ano”, afirmou.

O relatório da OMM foi baseado nas contribuições científicas dos serviços meteorológicos e hidrológicos nacionais, dos centros climáticos regionais da instituição e de parceiros da ONU, com a participação de dezenas de peritos.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 19:39h • 12 de abril de 2026

Réveillon em alto-mar anuncia shows de Ana Castela, Safadão, Alok e mais artistas

Cruzeiro parte de Santos e promete virada com música ao vivo e vista dos fogos de Copacabana

Descrição da imagem

Educação • 18:26h • 12 de abril de 2026

Curso gratuito ensina como escrever melhor, convencer e construir autoridade na comunicação

Formação da Kultivi integra copywriting, storytelling e narrativa em uma proposta única para quem busca evolução profissional

Descrição da imagem

Variedades • 17:42h • 12 de abril de 2026

O que fazer ao encontrar uma taturana ou lagarta? Instituto Butantan orienta

Soro produzido a partir do veneno desses animais contém anticorpos que neutralizam as toxinas e impedem o avanço do envenenamento, que pode ser fatal

Descrição da imagem

Cidades • 16:20h • 12 de abril de 2026

Último sábado de abril terá coleta de preventivo em todas as unidades de saúde de Quatá

Exame Papanicolau será oferecido no dia 25, das 8h às 13h, em todas as ESFs do município

Descrição da imagem

Saúde • 16:00h • 12 de abril de 2026

Como identificar sinais de gravidade na saúde de crianças e bebês

Febre em recém-nascidos, dificuldade para respirar, convulsões e desidratação estão entre os principais alertas para buscar atendimento imediato

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 15:36h • 12 de abril de 2026

Abelhas nativas sofrem mais com pesticidas e ficam fora das regras de proteção no Brasil

Estudo aponta maior sensibilidade das espécies sem ferrão, essenciais para a polinização e a produção agrícola

Descrição da imagem

Saúde • 15:05h • 12 de abril de 2026

Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula

Texto define atribuições e garante exercício profissional

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 14:37h • 12 de abril de 2026

Sensor de baixo custo vai ampliar monitoramento da qualidade do ar na Amazônia

Equipamento desenvolvido por pesquisadores brasileiros será usado em comunidades tradicionais e áreas remotas

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar