Saúde • 12:05h • 29 de janeiro de 2026
O que muda no corpo ao consumir azeite de oliva todos os dias
Ingrediente-chave da dieta mediterrânea, o azeite extravirgem está associado a ganhos cardiovasculares, metabólicos e anti-inflamatórios quando usado com regularidade
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1
Presente na base da dieta mediterrânea, o azeite de oliva deixou de ser apenas um ingrediente culinário para ocupar espaço central nas discussões sobre saúde. Rico em gorduras monoinsaturadas e compostos antioxidantes, o consumo diário, especialmente do tipo extravirgem, tem sido associado a efeitos positivos em diferentes sistemas do organismo quando integrado a uma alimentação equilibrada.
Proteção ao coração e aos vasos
Um dos benefícios mais conhecidos está na saúde cardiovascular. O azeite é fonte de ácido oleico, gordura que contribui para reduzir o colesterol LDL e preservar ou elevar o HDL. Na prática, isso ajuda a diminuir o acúmulo de placas nas artérias e o risco de infarto e AVC.
Os polifenóis presentes no azeite ainda exercem ação antioxidante e anti-inflamatória, protegendo os vasos do estresse oxidativo.
Ação anti-inflamatória sistêmica
O consumo regular auxilia na modulação da inflamação crônica de baixo grau, condição associada a doenças como diabetes tipo 2, obesidade e problemas cardiovasculares. Com menor inflamação, o organismo tende a responder melhor aos estímulos metabólicos e hormonais ao longo do tempo.
Digestão e saúde intestinal
No trato gastrointestinal, o azeite estimula a produção de bile e facilita a digestão das gorduras. Também pode contribuir para o funcionamento intestinal, ajudando a prevenir constipação e favorecendo uma microbiota mais equilibrada. Há indícios de proteção da mucosa gástrica quando associado a hábitos alimentares adequados.
Controle do açúcar no sangue
Ao substituir gorduras saturadas e ultraprocessadas, o azeite melhora a sensibilidade à insulina e ajuda a reduzir picos glicêmicos após as refeições. Esse efeito é relevante para quem busca prevenir ou controlar a resistência à insulina e o diabetes tipo 2.
Cérebro e envelhecimento
Os antioxidantes do azeite atuam na proteção das células cerebrais, combatendo o estresse oxidativo. Dietas ricas nesse ingrediente estão associadas à preservação cognitiva e a menor risco de declínio mental, por favorecerem um ambiente anti-inflamatório no organismo.
Ossos, articulações e músculos
O azeite contribui indiretamente para a saúde óssea ao auxiliar na absorção de nutrientes como cálcio e vitamina D. Seus compostos bioativos também ajudam a reduzir inflamações articulares, podendo aliviar dores e rigidez. Para quem pratica atividade física, há benefício na recuperação muscular.
Pele e aparência
As gorduras boas e antioxidantes favorecem a hidratação e a elasticidade da pele, além de proteger contra danos dos radicais livres. O resultado tende a ser uma pele mais íntegra e menor impacto do envelhecimento precoce.
Quanto e como consumir
Apesar dos benefícios, o azeite é calórico. A recomendação usual fica entre uma e duas colheres de sopa por dia, dentro de uma dieta equilibrada. Priorizar o extravirgem é essencial, assim como usá-lo para finalizar pratos, em saladas ou preparações frias, já que o calor excessivo pode reduzir parte dos compostos bioativos.
Um aliado a longo prazo
Incluir azeite de oliva diariamente vai além do sabor. Quando associado a hábitos saudáveis, ele atua como aliado do coração, do metabolismo, da digestão e da saúde cerebral. Mais do que um alimento isolado, reforça a importância de escolhas consistentes e naturais ao longo do tempo.
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