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Responsabilidade Social • 13:01h • 04 de setembro de 2024

MCTI estuda criação de rede de pesquisa para o Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Iniciativa busca promover políticas públicas e avanços científicos sobre o autismo no Brasil

Da Redação | Com informações do MCTI | Foto: Divulgação

Segundo dados do Ministério da Saúde, o TEA interfere no neurodesenvolvimento
Segundo dados do Ministério da Saúde, o TEA interfere no neurodesenvolvimento

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) estuda a criação de uma rede de pesquisa voltada para o Transtorno do Espectro Autista (TEA), conforme anunciado pela ministra Luciana Santos nesta terça-feira (3), em Brasília. Durante um encontro com representantes de entidades ligadas ao autismo, a ministra destacou a importância de uma ação integrada para tratar o tema, que afeta milhões de pessoas no mundo.

De acordo com a ministra, a proposta visa abordar o TEA com a seriedade necessária, por meio da colaboração entre diferentes ministérios e redes de pesquisa especializadas. "Temos várias redes de pesquisa que abordam temas complexos de maneira coletiva e potencializada, e o TEA precisa ser tratado com essa relevância para avançarmos em políticas públicas de suporte às pessoas com autismo e suas famílias", ressaltou Luciana.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, apontou que uma em cada 36 crianças de até 8 anos foram diagnosticadas com autismo em 2020, destacando a prevalência mundial do transtorno.

O professor Carlos Schmidt, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), reforçou que a criação da rede de pesquisa seria um avanço significativo: "Com essa iniciativa, vamos produzir evidências que vão embasar políticas públicas, ajudando não só as famílias, mas também as pessoas com TEA a terem mais qualidade de vida."


Foto: Rodrigo Cabral (ASCOM/MCTI)

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, o TEA interfere no neurodesenvolvimento, impactando áreas como comunicação, interação social e comportamento. Em 2021, foram realizados cerca de 9,6 milhões de atendimentos a pessoas com autismo no país, sendo 4,1 milhões destinados ao público infantil.

Para o ativista Willian Chimura, diagnosticado com autismo, a continuidade da pesquisa e divulgação sobre o transtorno é crucial: "O diagnóstico e o conhecimento gerados por décadas de estudos foram fundamentais para mim. Precisamos continuar esses esforços para que futuras gerações tenham acesso a mais informações e melhores oportunidades."

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