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Saúde • 11:49h • 10 de janeiro de 2025

Governo se antecipa a período sazonal da dengue para evitar óbitos

Método que infecta mosquitos com bactéria será ampliado a 40 cidades

Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Nísia anunciou ainda o lançamento de um novo Plano de Contingência Nacional para Dengue, Chikungunya e Zika, composto por seis eixos, no intuito de ampliar medidas preventivas, preparar a rede assistencial e conter o avanço de casos de dessas doenças no país.
Nísia anunciou ainda o lançamento de um novo Plano de Contingência Nacional para Dengue, Chikungunya e Zika, composto por seis eixos, no intuito de ampliar medidas preventivas, preparar a rede assistencial e conter o avanço de casos de dessas doenças no país.

O Ministério da Saúde instalou na quinta-feira (9) o Centro de Operações de Emergência (COE) para dengue e outras arboviroses.

De acordo com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, a ideia é coordenar o planejamento e a reposta por meio do diálogo constante com estados, municípios, pesquisadores e instituições científicas, além de outras pastas.

Dentre as ações previstas estão se antecipar ao período sazonal da dengue para adequar as redes de saúde; mitigar riscos para evitar casos e óbitos; ampliar medidas preventivas para melhor preparar estados e municípios; e uma articulação nacional para resposta a eventuais situações classificadas como críticas.


Nísia anunciou ainda o lançamento de um novo Plano de Contingência Nacional para Dengue, Chikungunya e Zika, composto por seis eixos, no intuito de ampliar medidas preventivas, preparar a rede assistencial e conter o avanço de casos de dessas doenças no país.

A versão anterior do plano havia sido lançada em 2022 e, portanto, antes da maior epidemia de dengue já registrada no Brasil, em 2024.

Dentre as ações destacadas pela pasta estão:

  • expansão do método Wolbachia de três para 40 cidades ainda em 2025;

  • implantação de insetos estéreis em aldeias indígenas;

  • borrifação residual intradomiciliar em áreas de grande circulação de pessoas, como creches, escolas e asilos;

  • estações disseminadoras de larvicidas, com previsão de implantação de 150 mil unidades na primeira fase no projeto;

  • uso de Bacillus Thuringiensis Israelensis (BTI) para monitorar e controlar a disseminação do mosquito;

  • instalação de cerca de 3 mil estações disseminadoras de larvicida no Distrito Federal, na região do Sol Nascente, com expansão prevista para outras áreas periféricas do país.

Vacina

De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel, a pasta já adquiriu todo o estoque de vacinas contra a dengue disponibilizado pelo fabricante para 2025: 9,5 milhões de doses.

A estratégia do governo federal, segundo Ethel, é intensificar a imunização contra a dengue entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos neste ano, sobretudo diante de um estoque de cerca de 3 milhões de doses distribuídas aos estados e municípios em 2024 e que ainda não foram aplicadas.

Cenário epidemiológico

Em 2024, o Brasil registrou 6,4 milhões de casos prováveis de dengue e 6 mil óbitos, de acordo com o painel de atualização de casos de arboviroses do ministério.

Já em 2025, até a última quarta-feira (8), foram notificados 10,1 mil casos prováveis e 10 mortes em investigação por dengue.

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