• Exclusivo: cidades pequenas superam Assis em qualidade de vida no ranking regional do IPS
  • McDonald’s abre 10 vagas em Assis e oferece oportunidade para quem busca o primeiro emprego
  • FEMA leva drones, experiências químicas e práticas de fisioterapia à Semana Paulo Freire da ETEC Assis
  • Lote de água Crystal distribuído em cidades do interior de SP é retirado do mercado
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 13:10h • 22 de novembro de 2024

Feminicídio: O que está por trás dessa violência crescente e como podemos evitar

Entenda os fatores que alimentam o feminicídio e como podemos ajudar a mudar essa realidade

Da Redação | Com informações da ONU Mulheres | Foto: Arquivo/Âncora1

Combate ao feminicídio: Como entender o problema e o que fazer para erradicá-lo
Combate ao feminicídio: Como entender o problema e o que fazer para erradicá-lo

A violência contra as mulheres, infelizmente, continua crescendo, e uma das formas mais extremas dessa violência é o feminicídio. Esta é uma manifestação da violência baseada no gênero que resulta na morte de mulheres apenas pelo fato de serem mulheres. Com as estatísticas alarmantes, muitas vezes nos perguntamos: o que podemos fazer para combater essa realidade que insiste em se perpetuar? E como, enquanto sociedade, podemos contribuir para que esse ciclo de violência seja quebrado?

O que é feminicídio?

O feminicídio é a morte de uma mulher em razão do seu gênero, geralmente cometida em contextos de violência doméstica, relações abusivas ou em situações que envolvem um histórico de agressão. O conceito é reconhecido pela ONU Mulheres como um crime específico que deve ser tratado com seriedade por toda a sociedade. Sua ocorrência é alimentada por desigualdade de gênero, discriminação e normas sociais preconceituosas, que, infelizmente, ainda são práticas comuns em muitos lugares.

Fatores que contribuem para o crescimento do feminicídio

Segundo as Nações Unidas, os fatores que alimentam o aumento do feminicídio incluem a desigualdade de gênero, que ainda trata a mulher como inferior ao homem em muitas culturas, a discriminação que resulta em abusos e a criação de normas sociais preconceituosas que perpetuam a ideia de que as mulheres são "propriedade" ou objetos. Esses elementos tornam o feminicídio não apenas uma tragédia pessoal, mas um reflexo de um sistema social que ainda não superou o machismo e a violência contra as mulheres.

O que podemos fazer para mudar essa realidade?

De acordo com o programa da ONU Mulheres, existem formas de acabar com o feminicídio e erradicar essa prática violenta de uma vez por todas. Isso envolve:

•    Transformação das normas sociais preconceituosas: Promover a educação para a igualdade de gênero e combater estereótipos prejudiciais desde a infância.
•    Tolerância zero para violência contra as mulheres: Criar uma cultura onde o feminicídio seja tratado como um crime intolerável, sem justificativas.
•    Intervenção precoce e avaliação de riscos: Realizar ações de monitoramento e apoio à mulher antes que a violência chegue ao seu ápice.
•    Apoio e proteção às sobreviventes: Oferecer abrigo, apoio psicológico e jurídico às mulheres que passaram por situações de violência.
•    Promoção de políticas e serviços judiciários sensíveis ao gênero: Garantir que o sistema judiciário seja mais ágil e sensível quando se trata de questões de violência doméstica e feminicídio.

Como todos nós podemos ajudar?

Não podemos mais ignorar os índices assustadores de feminicídio que ocorrem em todo o mundo. É vital que cada um de nós faça a sua parte para transformar a sociedade e tornar o mundo um lugar mais seguro para as mulheres e meninas. O primeiro passo é não tolerar a violência e denunciar qualquer tipo de abuso, seja físico, psicológico ou sexual. O segundo passo é ser parte ativa na educação de crianças e jovens sobre a igualdade de gênero e a importância do respeito.

Ao adotar a tolerância zero para o feminicídio e promover ações preventivas e educativas, podemos criar um ambiente onde as mulheres se sintam seguras e valorizadas, sem medo de ser violentadas ou mortas simplesmente por serem mulheres.

Feminicídio não tem desculpa. Devemos agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas e para garantir que as futuras gerações vivam em um mundo livre de violência.


Últimas Notícias

Descrição da imagem

Mundo • 16:17h • 03 de junho de 2026

Correios fecham no feriado de Corpus Christi e retomam atendimento na sexta-feira

Agências não funcionarão na quinta-feira, dia 4 de junho; serviços automáticos seguem disponíveis online e por telefone

Descrição da imagem

Esporte • 15:35h • 03 de junho de 2026

Tarumã divulga programação esportiva da semana com futsal, futebol infantil e torneio de truco

Agenda reúne amistosos, partidas da Copa CIVAP e competição de truco com atividades voltadas para diferentes faixas etárias

Descrição da imagem

Cidades • 15:09h • 03 de junho de 2026

Cruzália realiza Dia D de vacinação contra gripe na sexta-feira após Corpus Christi

Ação acontece na UBS das 13h às 18h e atenderá idosos, crianças, gestantes e população em geral

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 14:42h • 03 de junho de 2026

Pesquisa do Seade revela mudança nos hábitos culturais dos paulistas

Segundo a Fundação Seade, renda, escolaridade e localização impactam a percepção do uso de serviços culturais

Descrição da imagem

Cidades • 14:10h • 03 de junho de 2026

Cândido Mota prepara mutirão do Cadastro Único para famílias interessadas em moradias do MCMV

Atualização cadastral será realizada no CRAS e faz parte da preparação para futuro edital habitacional no município

Descrição da imagem

Cidades • 13:38h • 03 de junho de 2026

Exclusivo: cidades pequenas superam Assis em qualidade de vida no ranking regional do IPS

Levantamento exclusivo compara indicadores sociais, econômicos, ambientais e educacionais de cidades da região e mostra como cada município se destaca em diferentes áreas do desenvolvimento

Descrição da imagem

Cidades • 13:04h • 03 de junho de 2026

Profissionais da Santa Casa de Assis participam de capacitação sobre violência na saúde pública

Encontro realizado na Unesp reuniu equipes de Assis e região para debater acolhimento, identificação de casos e atuação integrada no atendimento às vítimas

Descrição da imagem

Mundo • 12:41h • 03 de junho de 2026

Corpo de Bombeiros alerta para o perigo do uso de cerol e linhas cortantes em pipas

A brincadeira tradicional pode se transformar em um grave risco quando há utilização de cerol, linha chilena e outros materiais cortantes. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) faz um alerta à população sobre os perigos da prática e reforça orientações para prevenir acidentes

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar