• Assis prepara nove dias de comemorações pelos 121 anos com shows, desfile e festa do milho
  • AME Assis volta o olhar para quem cuida e promove mês especial aos colaboradores
  • Estão abertas inscrições do concurso da PM de SP para 200 vagas de alunos-oficiais
  • Leite humano pode salvar prematuros e Hospital Regional de Assis alerta para queda nos estoques
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 13:10h • 22 de novembro de 2024

Feminicídio: O que está por trás dessa violência crescente e como podemos evitar

Entenda os fatores que alimentam o feminicídio e como podemos ajudar a mudar essa realidade

Da Redação | Com informações da ONU Mulheres | Foto: Arquivo/Âncora1

Combate ao feminicídio: Como entender o problema e o que fazer para erradicá-lo
Combate ao feminicídio: Como entender o problema e o que fazer para erradicá-lo

A violência contra as mulheres, infelizmente, continua crescendo, e uma das formas mais extremas dessa violência é o feminicídio. Esta é uma manifestação da violência baseada no gênero que resulta na morte de mulheres apenas pelo fato de serem mulheres. Com as estatísticas alarmantes, muitas vezes nos perguntamos: o que podemos fazer para combater essa realidade que insiste em se perpetuar? E como, enquanto sociedade, podemos contribuir para que esse ciclo de violência seja quebrado?

O que é feminicídio?

O feminicídio é a morte de uma mulher em razão do seu gênero, geralmente cometida em contextos de violência doméstica, relações abusivas ou em situações que envolvem um histórico de agressão. O conceito é reconhecido pela ONU Mulheres como um crime específico que deve ser tratado com seriedade por toda a sociedade. Sua ocorrência é alimentada por desigualdade de gênero, discriminação e normas sociais preconceituosas, que, infelizmente, ainda são práticas comuns em muitos lugares.

Fatores que contribuem para o crescimento do feminicídio

Segundo as Nações Unidas, os fatores que alimentam o aumento do feminicídio incluem a desigualdade de gênero, que ainda trata a mulher como inferior ao homem em muitas culturas, a discriminação que resulta em abusos e a criação de normas sociais preconceituosas que perpetuam a ideia de que as mulheres são "propriedade" ou objetos. Esses elementos tornam o feminicídio não apenas uma tragédia pessoal, mas um reflexo de um sistema social que ainda não superou o machismo e a violência contra as mulheres.

O que podemos fazer para mudar essa realidade?

De acordo com o programa da ONU Mulheres, existem formas de acabar com o feminicídio e erradicar essa prática violenta de uma vez por todas. Isso envolve:

•    Transformação das normas sociais preconceituosas: Promover a educação para a igualdade de gênero e combater estereótipos prejudiciais desde a infância.
•    Tolerância zero para violência contra as mulheres: Criar uma cultura onde o feminicídio seja tratado como um crime intolerável, sem justificativas.
•    Intervenção precoce e avaliação de riscos: Realizar ações de monitoramento e apoio à mulher antes que a violência chegue ao seu ápice.
•    Apoio e proteção às sobreviventes: Oferecer abrigo, apoio psicológico e jurídico às mulheres que passaram por situações de violência.
•    Promoção de políticas e serviços judiciários sensíveis ao gênero: Garantir que o sistema judiciário seja mais ágil e sensível quando se trata de questões de violência doméstica e feminicídio.

Como todos nós podemos ajudar?

Não podemos mais ignorar os índices assustadores de feminicídio que ocorrem em todo o mundo. É vital que cada um de nós faça a sua parte para transformar a sociedade e tornar o mundo um lugar mais seguro para as mulheres e meninas. O primeiro passo é não tolerar a violência e denunciar qualquer tipo de abuso, seja físico, psicológico ou sexual. O segundo passo é ser parte ativa na educação de crianças e jovens sobre a igualdade de gênero e a importância do respeito.

Ao adotar a tolerância zero para o feminicídio e promover ações preventivas e educativas, podemos criar um ambiente onde as mulheres se sintam seguras e valorizadas, sem medo de ser violentadas ou mortas simplesmente por serem mulheres.

Feminicídio não tem desculpa. Devemos agir agora para evitar que mais vidas sejam perdidas e para garantir que as futuras gerações vivam em um mundo livre de violência.


Últimas Notícias

Descrição da imagem

Saúde • 16:19h • 04 de junho de 2026

Uso excessivo de telas prejudica criatividade nas brincadeiras

Tecnologia precisa ser administrada com responsabilidade

Descrição da imagem

Cidades • 15:55h • 04 de junho de 2026

Cruzália abre leilão online de veículos e bens inservíveis do patrimônio municipal

Interessados já podem enviar lances pela internet; leilão reúne 15 veículos e segue aberto até 18 de junho

Descrição da imagem

Educação • 15:31h • 04 de junho de 2026

USP lidera ranking da América Latina e está entre as 120 melhores do mundo

Levantamento do Centro Mundial de Rankings Universitários avaliou mais de 21 mil instituições com base em indicadores objetivos de educação, empregabilidade, corpo docente e pesquisa

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 14:48h • 04 de junho de 2026

Trilha do Pico do Corcovado ganha melhorias e é reaberta ao público em Ubatuba

Entre as novidades, visitantes podem escolher para o trajeto condutores credenciados ou monitores indígenas da Aldeia Renascer para fazer uma imersão cultural e de preservação ambiental durante o percurso até o pico

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 14:11h • 04 de junho de 2026

Cobertores chegam antes do frio: Energisa reforça Campanha do Agasalho em Cândido Mota

Empresa doou 100 cobertores ao Fundo Social, que ficará responsável pela distribuição às famílias em situação de vulnerabilidade social no município

Descrição da imagem

Esporte • 13:43h • 04 de junho de 2026

Lei da Copa Feminina de 2027 prevê prêmio de R$ 500 mil para pioneiras da seleção brasileira

Nova legislação sancionada pelo presidente Lula também estabelece regras comerciais, proteção à FIFA e abre debates sobre apostas e venda de ingressos

Descrição da imagem

Cidades • 13:16h • 04 de junho de 2026

Campanha do Agasalho 2026 mobiliza doações para ajudar famílias em Palmital

Ação promovida pelo Rotaract Club de Palmital e Fundo Social arrecada roupas e cobertores para o inverno

Descrição da imagem

Economia • 12:31h • 04 de junho de 2026

Férias de julho podem pesar no bolso até 2027 sem planejamento financeiro

Dólar alto, compras por impulso e parcelamentos longos transformam viagens internacionais em risco silencioso para muitas famílias

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar