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Variedades • 17:32h • 29 de novembro de 2025

Falta de rede de apoio no fim do ano preocupa e exige olhar atento da sociedade

Contraste entre expectativa e realidade aumenta sensação de isolamento emocional

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Agência Viva | Foto: Arquivo/Âncora1

Dezembro intensifica sensação de isolamento entre quem vive sozinho
Dezembro intensifica sensação de isolamento entre quem vive sozinho

O fim do ano costuma ser associado a encontros, celebrações e casas cheias, mas para uma parcela significativa da população esse período é marcado por silêncio, ausência e sensação de não pertencer. Dados do IBGE apontam que 15 milhões de brasileiros vivem sozinhos, e estudos internacionais indicam que, em dezembro, a percepção de solidão pode aumentar em até 30%.

Segundo a psiquiatra Bianca Bolonhezi, CEO do Instituto Macabi, esse contraste entre o imaginário das festas e a realidade vivida por muitas pessoas é um dos fatores que mais ampliam o sofrimento emocional. A idealização de famílias reunidas, mesas fartas e vínculos sólidos cria um padrão difícil de alcançar. "Muitos pacientes me dizem que têm vergonha de passar o fim do ano sozinhos, como se isso significasse que há algo errado com eles", afirma.

Bianca destaca que a solidão é frequentemente invisível e, por isso, subestimada. A OMS alerta que a solidão crônica aumenta o risco de depressão, ansiedade e até doenças físicas. A especialista explica que a solidão não se resume à falta de companhia, mas à sensação profunda de desconexão — algo que tende a se intensificar em dezembro, período marcado por rituais sociais e emoções amplificadas.

Para quem enfrenta essa fase sem uma rede de apoio, a psiquiatra orienta buscar espaços de convivência, participar de atividades comunitárias, fortalecer vínculos já existentes e, quando necessário, procurar apoio profissional. Bianca reforça que acolhimento não está ligado ao número de pessoas ao redor, mas à qualidade das relações construídas. "Pertencer é uma necessidade humana, não um privilégio", conclui.

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