• Itália cria crime de feminicídio e prevê prisão perpétua para homicídios motivados por ódio
  • Estudantes de Direito da FEMA são aprovados no Exame da OAB antes de concluir a graduação
  • Vestibular Univesp 2026 encerra inscrições em 11 de março e oferece mais de 24 mil vagas
  • Você viu o Luke? Cachorro desaparecido em Assis completa uma semana sem notícias
Novidades e destaques Novidades e destaques

Esporte • 15:25h • 11 de setembro de 2024

Estudo revela que atividade física na infância e adolescência traz benefícios cardíacos permanentes

Pesquisa realizada pela Unesp aponta que prática esportiva na juventude melhora a saúde do coração, mesmo na vida adulta

Da Redação | Com informações do Governo de SP e Agência Fapesp | Foto: Divulgação

O exercício promove uma série de adaptações para que o organismo responda mais adequadamente a situações de estresse
O exercício promove uma série de adaptações para que o organismo responda mais adequadamente a situações de estresse

A prática de esportes durante a infância e adolescência gera benefícios permanentes ao coração, mesmo que a pessoa não continue fisicamente ativa na fase adulta. É o que conclui um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que analisou a saúde cardiovascular de 242 moradores de Santo Anastácio, cidade do interior de São Paulo. Os resultados, publicados na revista Sports Medicine Open, destacam a importância da prática esportiva desde cedo como fator de proteção ao coração ao longo da vida.

Os pesquisadores descobriram que as vantagens estão relacionadas à modulação autonômica cardíaca, um marcador importante para o controle da frequência cardíaca pelo sistema nervoso autônomo. Esse equilíbrio é um dos principais indicadores de risco cardiovascular e de mortalidade, como explica o professor Diego Christofaro, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Unesp, em Presidente Prudente, e autor principal do estudo.

Benefícios cardíacos acumulados

“A prática esportiva na infância e adolescência parece atuar como uma poupança para a saúde do coração ao longo da vida”, afirma Christofaro. O estudo revelou que os indivíduos que foram fisicamente ativos durante a juventude mantiveram melhores níveis de modulação autonômica cardíaca – um equilíbrio entre os ramos parassimpático e simpático do sistema nervoso – mesmo que a prática de exercícios fosse menor na fase adulta.

Segundo o pesquisador, esse equilíbrio é fundamental, pois o sistema parassimpático desacelera o coração, enquanto o simpático o acelera. O bom funcionamento cardiovascular exige uma interação saudável entre esses dois sistemas, o que é potencializado pelo exercício regular.

Metodologia e resultados

O estudo, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), foi realizado com 242 voluntários, com idade média de 40 anos. Eles passaram por entrevistas para recordar o histórico de prática esportiva na juventude, além de testes para avaliar a modulação autonômica cardíaca. Sensores vestíveis foram utilizados para monitorar os batimentos cardíacos, e acelerômetros registraram o tempo e intensidade da atividade física ao longo de uma semana.

Os dados mostraram que aqueles que praticaram esportes na infância ou adolescência apresentaram melhores parâmetros cardíacos, tanto na variabilidade global da modulação autonômica quanto na modulação parassimpática. Esses efeitos se mantiveram mesmo entre os participantes que não praticavam exercícios físicos regularmente na fase adulta.

Incentivo à prática esportiva desde cedo

“Esses resultados reforçam a importância de incentivar a prática esportiva desde cedo, pois os benefícios para a saúde cardiovascular se mantêm ao longo da vida, mesmo que a atividade física diminua com o tempo”, destaca Christofaro.

A pesquisa oferece mais um argumento para que políticas públicas de incentivo à prática de esportes na infância e adolescência sejam fortalecidas, contribuindo para a saúde e o bem-estar da população a longo prazo.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 20:38h • 03 de março de 2026

Modelo de “dorms” dos EUA inspira nova geração de residenciais estudantis no Brasil

Formato profissionalizado de moradia universitária cresce em São Paulo e muda a experiência de viver a graduação

Descrição da imagem

Mundo • 19:43h • 03 de março de 2026

Do reality à sala de reunião: o que o BBB 26 revela sobre culturas tóxicas nas empresas

Especialista aponta paralelos entre o programa e dinâmicas organizacionais que afetam clima, engajamento e saúde mental

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 18:22h • 03 de março de 2026

Nova estratégia nacional quer fortalecer segurança digital de crianças

Navegando Seguros aposta em letramento digital, formação de multiplicadores e parcerias com o poder público

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 17:43h • 03 de março de 2026

Brotas: aventura e refúgio no interior paulista

Com uma combinação de cachoeiras, rios e o campo, este pode ser o destino ideal para quem busca adrenalina ou descanso em meio à natureza

Descrição da imagem

Mundo • 17:06h • 03 de março de 2026

Itália cria crime de feminicídio e prevê prisão perpétua para homicídios motivados por ódio

Projeto do governo foi aprovado em definitivo em 25 de novembro de 2025 e cria o artigo 577-bis, que prevê ergastolo para homicídios motivados por ódio, controle ou discriminação contra mulheres

Descrição da imagem

Educação • 16:33h • 03 de março de 2026

Estudantes de Direito da FEMA são aprovados no Exame da OAB antes de concluir a graduação

Aprovação antecipada reforça a preparação acadêmica e o desempenho do curso em Assis

Descrição da imagem

Mundo • 16:10h • 03 de março de 2026

Banco instala rastreador sem aviso e caso levanta debate sobre privacidade

Especialista aponta possíveis violações ao Código de Defesa do Consumidor e à LGPD

Descrição da imagem

Economia • 15:35h • 03 de março de 2026

Tarifa de 15% dos EUA pode pressionar margens de pequenas empresas brasileiras

Entidade aponta risco de compressão de margens e impacto na cadeia produtiva

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar