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Ciência e Tecnologia • 15:10h • 27 de fevereiro de 2026

Especialista alerta para risco de digitar CPF e senhas em chats de IA

Veja quais são os riscos ao inserir dados pessoais em chats de inteligência artificial e entenda como se proteger

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Dampress Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1

Vazamentos de dados crescem e atingem bancos, escolas e redes sociais
Vazamentos de dados crescem e atingem bancos, escolas e redes sociais

O avanço acelerado da inteligência artificial em 2025 trouxe ganhos de produtividade e inovação, mas também ampliou riscos de vazamentos de dados em escala global. Segundo Bianca Branco, especialista em Segurança Pública e Inteligência Artificial e investigadora da Polícia Civil de São Paulo, o uso descuidado dessas plataformas pode expor informações sensíveis como CPF, senhas e dados bancários.

A IA já é utilizada para responder mensagens, analisar crédito, automatizar atendimentos e até apoiar investigações. O problema surge quando usuários digitam informações confidenciais em chats ou sistemas sem verificar políticas de armazenamento e segurança. Esses dados podem ser guardados, utilizados para treinar algoritmos ou até expostos em caso de falhas técnicas ou ataques cibernéticos.

A Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, prevê punições para empresas que não protegem adequadamente informações pessoais. Ainda assim, muitos usuários desconhecem que, ao compartilhar dados sensíveis em plataformas digitais, podem estar ampliando a própria vulnerabilidade.

Casos de grande impacto em 2025

O ano foi marcado por episódios expressivos de exposição de dados.

Um dos maiores casos envolveu a divulgação de 16 bilhões de logins e senhas associados a plataformas como Google, Facebook, Apple e Telegram. As informações foram obtidas por meio de softwares maliciosos que capturam dados de dispositivos infectados.

Outro episódio atingiu aproximadamente 62 milhões de estudantes nos Estados Unidos, após um ataque ao sistema educacional PowerSchool. Dados como nome, endereço e histórico escolar ficaram expostos.

No Brasil, uma falha no sistema do Agibank resultou na exposição de cerca de 5.300 chaves Pix, incluindo dados cadastrais como nome, banco e agência. Segundo o Banco Central, não houve vazamento de senhas ou saldos, mas o caso reforçou a fragilidade de sistemas financeiros diante de erros técnicos.

Além dos vazamentos, a especialista também alerta para o uso de IA na criação de deepfakes, imagens e vídeos falsos utilizados em fraudes digitais e golpes financeiros.

Como reduzir o risco

Bianca Branco orienta medidas práticas para ampliar a proteção digital.

A primeira é verificar se e-mails ou dados já foram expostos em vazamentos, utilizando ferramentas como Have I Been Pwned ou serviços de monitoramento de crédito no Brasil.

Outra recomendação é utilizar gerenciadores de senhas, que criam combinações fortes e evitam a repetição de credenciais em múltiplos serviços.

A especialista reforça que dados pessoais sensíveis não devem ser inseridos em chats de inteligência artificial, especialmente números de documentos, cartões ou informações bancárias.

Também é indicado revisar configurações de privacidade nas plataformas utilizadas, desativando o armazenamento de histórico e a autorização para uso de conversas no treinamento de modelos de IA, quando a opção estiver disponível.

O avanço tecnológico amplia possibilidades, mas também exige maior atenção dos usuários. A combinação entre educação digital, ferramentas de proteção e boas práticas pode reduzir significativamente a exposição a riscos em um cenário cada vez mais conectado.

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