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Educação • 13:59h • 08 de outubro de 2024

Escolas integrais inserem estudantes no mundo dos esportes

Prática esportiva ganha ainda mais espaço nos currículos com ampliação da jornada de tempo e oferta de diferentes modalidades. Atividade física estimula também o desenvolvimento motor, cognitivo e social

Da Redação com informações do MEC | Foto: Confederação Brasileira de Atletismo

Elisangela Adriano compete em Buenos Aires, Argentina, em 2011.
Elisangela Adriano compete em Buenos Aires, Argentina, em 2011.

" A escola é responsável pela pessoa que eu me tornei e o esporte foi uma maneira de me encaixar nesse ambiente”, conta a ex-atleta olímpica e recordista sul-americana de arremesso de peso, Elisangela Adriano. “Foi na escola, por meio do meu professor de educação física, que eu descobri a minha modalidade e criei as ferramentas necessárias para competir em três olimpíadas.” 

No contexto brasileiro, em que muitas cidades carecem de equipamentos públicos para prática de exercícios, a escola assume o protagonismo para formação esportiva e cidadã. Diferentemente de clubes e de centros esportivos — em que o foco está na seleção e formação de atletas de ponta —, nas instituições de ensino, a prática esportiva é uma ferramenta de inclusão e de educação corporal.

É o que afirma a pesquisadora dos Grupos de Estudos Olímpicos da Universidade de São Paulo (USP), Maria Alice Zimmermann: “A escola ainda é uma porta de entrada para a prática esportiva e o principal local de acesso a diferentes modalidades, inclusive influenciando na escolha do esporte que pretende seguir e na construção social dos alunos. Durante as pesquisas que realizamos, vimos que muitos atletas olímpicos falam dos professores e do ambiente de ensino como indissociáveis da sua trajetória atlética”.

Na educação em tempo integral (ETI), a atividade física ganha ainda mais espaço do que nas escolas de jornada parcial, uma vez que não se trata apenas da ampliação de tempo, mas também da articulação da educação com outras dimensões da vida dos estudantes, como a cultura, o meio ambiente, a ciência, a tecnologia e o esporte. Práticas físicas e de lazer fazem parte do currículo, o qual prevê momentos específicos para que interesses, talentos e vocações sejam revelados. Além disso, são ofertadas modalidades esportivas que a educação física do ensino regular não consegue abarcar, por falta de tempo ou de infraestrutura.

“No modelo de educação tradicional, por conta do tempo disponível, os exercícios físicos desempenham um papel menor e apenas os aspectos mais cognitivos são enfocados”, explica a coordenadora-geral de Educação Integral e Tempo Integral do Ministério da Educação (MEC), Raquel Franzim. “Já a jornada de tempo integral, orientada pela educação integral, potencializa as dimensões humanas, como a física por meio do esporte, contribuindo para o desenvolvimento da criatividade, do trabalho em grupo e da resolução de problemas.” 

Além disso, segundo ela, o MEC e o Ministério do Esporte (Mesp) têm cooperado para que as diretrizes de oferta da jornada em tempo integral contemplem e aprimorem a realização não apenas de práticas esportivas, mas também de atividades corporais menos comuns nas escolas, como danças, brincadeiras, artes marciais, jogos de tabuleiros e de lazer.

Isso é importante porque os benefícios da atividade física para os estudantes vão além do condicionamento. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o recomendado é que crianças e adolescentes pratiquem, pelo menos, uma hora de exercícios diariamente para desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional.


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