• Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 60 milhões; Assis tem três apostas premiadas na quadra
  • Vocem perde para o Grêmio São-Carlense e segue sem vencer no Paulista A4
  • Rota Mogiana deve impulsionar turismo no interior de São Paulo
Novidades e destaques Novidades e destaques

Economia • 10:22h • 16 de novembro de 2025

Empresas pagavam, em média, 15,8% mais a homens que a mulheres em 2023

Pesquisa do IBGE mostra que desigualdade caiu em relação a 2022

Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

Ao analisar as atividades econômicas, o IBGE aponta que praticamente um em cada cinco homens (19,4%) trabalha na indústria de transformação. Em seguida, figuram os ramos do comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (18,8%); e administração pública, defesa e seguridade social (13%).
Ao analisar as atividades econômicas, o IBGE aponta que praticamente um em cada cinco homens (19,4%) trabalha na indústria de transformação. Em seguida, figuram os ramos do comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (18,8%); e administração pública, defesa e seguridade social (13%).

Os homens recebiam, em 2023, um salário médio 15,8% maior que o das mulheres. Enquanto a remuneração deles era R$ 3.993,26, a delas R$ 3.449,00, uma diferença de R$ 544,26 por mês.

Vista sob outro ângulo, essa desigualdade significa que o salário médio das mulheres representava 86,4% da remuneração dos homens.

A constatação faz parte do levantamento Estatísticas do Cadastro Central de Empresas, divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados mais recentes são de 2023.

Nos últimos dois anos do levantamento, a diferença no salário de homens e mulheres diminuiu. Em 2022, eles ganhavam 17% a mais.

Empresas e organizações

Para chegar aos números, o IBGE consolidada informações de empresas e instituições que tenham Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), ou seja, órgãos da administração pública e entidades sem fins lucrativos também entram no universo de dados.

O levantamento aponta que o Brasil tinha 10 milhões de empresas e organizações formais ativas, expansão de 6,3% na comparação com 2022, sendo que 7 milhões de empresas não tinham pessoal assalariado.

As empresas e organizações ocupavam 66 milhões de pessoas ao fim de 2023, alta de 5,1% em relação ao ano anterior.

Do grupo de ocupados, 79,8% (52,6 milhões) eram assalariados. Os demais 13,3 milhões estavam na condição de sócios e proprietários.

Em 2023, o salário médio era R$ 3.745,45, elevação de 2% na comparação com 2022.

Os dados do IBGE não mostram diferença de salário entre homens e mulheres especificamente na mesma função, e sim no total de rendimentos pago por empresas e organizações.

Apesar de formarem 54,5% dos assalariados, os homens recebiam 58,1% da massa salarial. Já as mulheres (45,5% dos assalariados) recebiam 41,9% do total da renda.

Presença de homens e mulheres

Ao analisar as atividades econômicas, o IBGE aponta que praticamente um em cada cinco homens (19,4%) trabalha na indústria de transformação. Em seguida, figuram os ramos do comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (18,8%); e administração pública, defesa e seguridade social (13%).

Já no universo das mulheres, um quinto delas (19,9%) trabalha na administração pública, defesa e seguridade social. Na sequência aparecem os segmentos do comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (18,2%) e saúde humana e serviços sociais (11,1%).

Ao detalhar o perfil atividades, a que tem maior percentual masculino é a construção, na qual 87,4% dos assalariados são homens. Em seguida surgem indústrias extrativas (83,1%) e transporte, armazenagem e correio (81,3%).

Já a atividade com maior participação feminina é a de saúde humana e serviços sociais. De cada quatro trabalhadores desse setor, três (75%) são mulheres, superando a educação (67,7%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (57,5%) e alojamento e alimentação (57,2%).

Escolaridade

O IBGE fez diferenciação também entre quem tinha ou não nível superior. O levantamento aponta que 76,4% do pessoal ocupado assalariado não tinha nível superior.

Os que tinham formação universitária receberam, em média, salário mensal de R$ 7.489,16, o que representava três vezes o rendimento das pessoas sem nível superior (R$ 2.587,52).

A atividade que mais tinha assalariado com ensino superior era o ramo da educação (65,5%). De cada 100 pessoas, 65 tinham diploma universitário. Em seguida, aparecem atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (59,9%) e organismos internacionais (57,4%).

Já no ramo de alojamento e alimentação, 96,1% dos assalariados não tinham ensino superior. Na agropecuária eram 93,8% sem se formar na faculdade.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 22:15h • 07 de março de 2026

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 60 milhões; Assis tem três apostas premiadas na quadra

Concurso 2981 foi sorteado em São Paulo e não teve ganhadores na faixa principal; apostas da região também foram premiadas, confira as dezenas

Descrição da imagem

Esporte • 21:11h • 07 de março de 2026

Vocem perde para o Grêmio São-Carlense e segue sem vencer no Paulista A4

Equipe de Assis sofre gol no início da partida, cria pouco e permanece na parte de baixo da tabela após derrota por 1 a 0 em São Carlos

Descrição da imagem

Variedades • 19:58h • 07 de março de 2026

Laiz, Denise e Beatriz: mulheres que constroem carreira na energia e inspiram novas gerações na Energisa

Na véspera do Dia Internacional da Mulher, profissionais relatam desafios, aprendizado e orgulho de atuar em áreas técnicas da energia

Descrição da imagem

Variedades • 18:25h • 07 de março de 2026

Estudo revela hábito preocupante: brasileiros aprendem a conviver com a dor

Estudo aponta que 37% das pessoas acima de 50 anos convivem com dor crônica, enquanto especialistas alertam para o hábito de normalizar sintomas que indicam problemas de saúde

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 17:09h • 07 de março de 2026

O que você precisa saber antes de fazer uma ressonância magnética

Especialistas alertam para riscos de objetos metálicos e destacam papel do hélio líquido no funcionamento dos equipamentos

Descrição da imagem

Mundo • 16:36h • 07 de março de 2026

Com quantos anos você pode se aposentar? Reforma da Previdência mudou as regras

Ferramentas de cálculo ajudam a entender idade mínima, sistema de pontos e pedágios que definem quando o trabalhador pode parar

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 16:12h • 07 de março de 2026

Rota Mogiana deve impulsionar turismo no interior de São Paulo

Concessão facilita acesso a estâncias turísticas, vinícolas e à Rota do Café, fortalecendo a economia local e a integração regional

Descrição da imagem

Mundo • 15:34h • 07 de março de 2026

Favelas quase triplicam de tamanho no Brasil em 40 anos, aponta estudo

Levantamento do MapBiomas mostra que áreas ocupadas por favelas cresceram mais rápido que a média das cidades e avançaram também sobre regiões com risco hídrico

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar