• Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula
  • Programa de estágio com bolsa a alunos do Ensino Médio tem inscrições abertas
  • Dinheiro deixou de ser tabu, mas segue como fonte de ansiedade
Novidades e destaques Novidades e destaques

Ciência e Tecnologia • 16:08h • 10 de janeiro de 2025

Eclipse lunar, chuva de meteoros e conjunções: veja fenômenos astronômicos de 2025

O Observatório Nacional antecipa os principais acontecimentos astronômicos que poderão ser vistos a olho nu neste ano. Em março tem eclipse da Lua

Da Redação com informações de Agência Gov | Foto: Divulgação

Observatório Nacional é vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Observatório Nacional é vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

O ano de 2025 promete ser fascinante para os apaixonados por astronomia. Segundo o Observatório Nacional, unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, fenômenos como superluas, eclipses lunares e chuvas de meteoros poderão ser vistos sem a necessidade de qualquer equipamento.

“Um dos principais será o eclipse total da lua, que vai acontecer na noite de 13 para 14 de março e que vai ser visível no Brasil totalmente, desde a sua fase penumbral, depois a parcial e depois a total, em todas as regiões do país”, destacou a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento.

Ainda no início do ano, algumas conjunções, um fenômeno astronômico que ocorre quando dois ou mais corpos celestes, como planetas, estrelas ou a Lua, parecem estar próximos no céu, também poderão ser vistas. “Todos os planetas, que são visíveis a olho nu, poderão ser observados, no caso Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, sendo que no final de fevereiro e início de março, nós vamos estar com todos eles no céu ao mesmo tempo”, detalhou a astrônoma.

Conjunções Planetárias

Mercúrio é difícil de ser visto por estar no céu sempre próximo do Sol, mas há ocasiões que ele fica um pouco mais distante do Sol no céu. No final de fevereiro e início de março, final de junho e início de julho, final de outubro e início de novembro será visível depois que o Sol se pôr. Será visível antes do sol nascer no final de abril e meados de agosto. Mas, é preciso ter visão próxima do horizonte.

Vênus estrela vespertina até março e de abril a outubro estrela matutina. Marte está agora nascendo no início da noite e está sendo visível durante toda a noite. Depois ele vai nascer cada vez mais cedo e vai se pôr cada vez mais cedo ficando menos tempo no céu. Mas até outubro veremos Marte. Júpiter será visível até o final de maio. Logo no início da noite ele já aparece alto e vai se pôr cada vez mais cedo. E, finalmente, Saturno, que está visível a oeste logo após o pôr do Sol e está se pondo cada dia mais cedo. Só será visível até o início de março.

Superlua

No dia 5 de novembro, está prevista a Lua de Perigeu, popularmente conhecida como Superlua, que será a lua cheia mais próxima da Terra em 2025. Nesse dia, o corpo celeste estará a uma distância de aproximadamente 356.980 km do nosso planeta. Este fenômeno ocorre quando a Lua atinge seu ponto mais próximo da órbita elíptica em relação à Terra, proporcionando uma visualização mais impressionante e uma maior influência gravitacional.

Chuva de meteoros

As chuvas de meteoros, fenômeno que ocorre quando a Terra passa por uma região com muitos meteoroides, ou seja, restos de asteroides e cometas, também terão presença marcante ao longo do ano. 2025 terminará com as Geminídeas, com 120 meteoros por hora em dezembro.

Acompanhe os fenômenos

Para tornar esses eventos mais acessíveis, o Observatório Nacional retomará o projeto "Conhecendo o Céu", com vídeos educativos nas redes sociais. “Eu apresento os principais fenômenos astronômicos do mês. Acompanhem pelo Instagram e Facebook do Observatório Nacional”, convidou Josina Nascimento.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 19:39h • 12 de abril de 2026

Réveillon em alto-mar anuncia shows de Ana Castela, Safadão, Alok e mais artistas

Cruzeiro parte de Santos e promete virada com música ao vivo e vista dos fogos de Copacabana

Descrição da imagem

Educação • 18:26h • 12 de abril de 2026

Curso gratuito ensina como escrever melhor, convencer e construir autoridade na comunicação

Formação da Kultivi integra copywriting, storytelling e narrativa em uma proposta única para quem busca evolução profissional

Descrição da imagem

Variedades • 17:42h • 12 de abril de 2026

O que fazer ao encontrar uma taturana ou lagarta? Instituto Butantan orienta

Soro produzido a partir do veneno desses animais contém anticorpos que neutralizam as toxinas e impedem o avanço do envenenamento, que pode ser fatal

Descrição da imagem

Cidades • 16:20h • 12 de abril de 2026

Último sábado de abril terá coleta de preventivo em todas as unidades de saúde de Quatá

Exame Papanicolau será oferecido no dia 25, das 8h às 13h, em todas as ESFs do município

Descrição da imagem

Saúde • 16:00h • 12 de abril de 2026

Como identificar sinais de gravidade na saúde de crianças e bebês

Febre em recém-nascidos, dificuldade para respirar, convulsões e desidratação estão entre os principais alertas para buscar atendimento imediato

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 15:36h • 12 de abril de 2026

Abelhas nativas sofrem mais com pesticidas e ficam fora das regras de proteção no Brasil

Estudo aponta maior sensibilidade das espécies sem ferrão, essenciais para a polinização e a produção agrícola

Descrição da imagem

Saúde • 15:05h • 12 de abril de 2026

Lula sanciona lei que regulamenta a profissão de doula

Texto define atribuições e garante exercício profissional

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 14:37h • 12 de abril de 2026

Sensor de baixo custo vai ampliar monitoramento da qualidade do ar na Amazônia

Equipamento desenvolvido por pesquisadores brasileiros será usado em comunidades tradicionais e áreas remotas

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar