Variedades • 18:48h • 31 de agosto de 2026
Da Minguante Gibosa ao quarto minguante: veja como a Lua muda nesta semana
Após a Lua cheia e o eclipse lunar da última semana, iluminação cai de 87% nesta segunda-feira para 35% no sábado; Lua Nova chega em 11 de setembro
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Foto: Arquivo/Âncora1
Quem olhar para a Lua nesta segunda-feira, 31 de agosto, já encontrará um cenário bem diferente da Lua cheia observada na sexta-feira passada. Na virada de agosto para setembro, o satélite natural está em Minguante Gibosa, com 87% de iluminação, e continuará perdendo a parcela iluminada visível ao longo de toda a semana.
A mudança será fácil de acompanhar de uma noite para outra. Nesta terça-feira, 1º de setembro, a iluminação cai para 79% e, na quarta-feira, para 69%. Na quinta-feira, a Minguante Gibosa chega a 58%, encerrando essa etapa.
O movimento acontece poucos dias depois de uma semana especialmente interessante para quem acompanha o céu. Além da Lua cheia de sexta-feira, o período também teve um eclipse lunar visível no Brasil, proporcionando uma sequência de fenômenos antes do início do ciclo de diminuição da iluminação aparente.
De 100% para 50% em apenas uma semana
A mudança mais perceptível chega na sexta-feira, 4 de setembro. A Lua alcança o quarto minguante, com 50% de iluminação, exatamente uma semana depois de ter aparecido completamente iluminada durante a Lua cheia.
No sábado, 5 de setembro, o ciclo avança novamente. Com 35% de iluminação, a Lua segue pela fase minguante, condição que permanece nos dias seguintes enquanto a parte iluminada visível continua diminuindo.
Lua Nova chega em 11 de setembro
A sequência minguante prossegue entre os dias 5 e 10 de setembro. Na sexta-feira, 11 de setembro, chega a Lua Nova, quando a iluminação da face lunar voltada para a Terra é considerada 0%.
Para quem gosta de acompanhar as mudanças da Lua, fotografar o céu ou simplesmente planejar observações noturnas, a semana oferece uma transformação bastante evidente: em poucos dias, será possível acompanhar a iluminação aparente cair de 87% para menos da metade.
Depois da Lua Nova, o ciclo se inverte e a parcela iluminada volta gradualmente a crescer, iniciando a sequência que conduzirá às fases crescentes e, posteriormente, a uma nova Lua cheia.
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