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Ciência e Tecnologia • 13:13h • 27 de abril de 2025

Como funcionam os testes genéticos no pré-natal e sua importância para a saúde fetal

A tecnologia tem avançado para diagnosticar até 90% das anomalias cromossômicas, mas com indicações específicas, a realização desses exames é essencial para uma gestação saudável

Da Redação | Com informações da Experta Media | Foto: Divulgação

Exames genéticos no pré-natal: um avanço crucial para a detecção precoce de condições genéticas
Exames genéticos no pré-natal: um avanço crucial para a detecção precoce de condições genéticas

Os testes genéticos no pré-natal têm ganhado cada vez mais destaque no acompanhamento da gestação. Com a possibilidade de detectar até 90% das principais anomalias cromossômicas fetais, como a síndrome de Down, os exames genéticos são uma ferramenta importante para garantir a saúde da mãe e do bebê. De acordo com especialistas, com o avanço da tecnologia, hoje é possível realizar esses exames com maior precisão e menos invasividade, detectando condições genéticas com simples coleta de sangue materno.

O estudo de um levantamento multicêntrico realizado na Europa, que foi publicado em dezembro de 2024, comprovou a eficácia dos exames genéticos no diagnóstico precoce e o impacto que eles têm na redução de complicações durante a gestação. O uso de exames de portadores genéticos, por exemplo, reduziu em 55,7% o risco de complicações obstétricas e neonatais em ciclos de doação de óvulos. O aumento no número de casos de anomalias estruturais também revela a necessidade de uma suplementação de ômega 3 durante a gestação e outros cuidados preventivos.

Embora os testes genéticos sejam recomendados de forma específica para mulheres acima dos 35 anos, gestantes com histórico familiar de doenças genéticas ou que já tiveram filhos com anomalias cromossômicas também são mais indicadas a realizá-los. A geneticista Maria Teresa Sanseverino, à frente do Programa de Aconselhamento Genético Pré-Natal do Hospital de Clínicas do Rio Grande do Sul, reforça que a decisão de realizar os testes deve ser discutida com o obstetra e leva em consideração fatores como a evolução da área genética, que está constantemente inovando e incluindo novas doenças nos testes.

Os principais tipos de exames genéticos disponíveis no mercado podem ser divididos em dois grupos: os de rastreamento, como o NIPT (Non-Invasive Prenatal Testing), que utiliza a coleta de sangue materno para identificar alterações genéticas com alta precisão, e os testes invasivos, como a biópsia de vilo corial (BVC), a amniocentese e a cordocentese. Esses testes diagnósticos mais invasivos são utilizados em casos onde há um risco maior de anomalias ou quando o teste de rastreamento apresenta resultados positivos.

No entanto, apesar da precisão dos testes genéticos, a medicina ainda enfrenta limitações quando se trata de intervenções intrauterinas para tratar as condições identificadas. Mesmo com o diagnóstico precoce, as opções de tratamento para algumas condições genéticas continuam sendo limitadas.

O papel desses testes vai além da medicina; eles impactam diretamente a experiência emocional das famílias ao antecipar possíveis complicações e oferecer soluções adequadas para um planejamento familiar mais seguro. Além disso, a detecção precoce permite que os médicos iniciem o tratamento ou façam ajustes no acompanhamento, proporcionando melhor qualidade de vida para o bebê e segurança para a mãe.

Os testes genéticos no pré-natal representam um grande avanço na medicina fetal, permitindo que as gestantes e os médicos estejam mais preparados para lidar com qualquer complicação. A escolha de realizá-los depende da avaliação médica, levando em consideração o histórico familiar e a saúde da gestante, mas é inegável o impacto positivo desses exames na promoção da saúde e no planejamento familiar.

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