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Ciência e Tecnologia • 08:52h • 26 de janeiro de 2026

Cidades líderes em longevidade investem em cirurgia robótica para atender população idosa

Hospitais de Curitiba, Londrina e Balneário Camboriú incorporam tecnologia ortopédica para cirurgias de joelho e quadril em resposta ao envelhecimento acelerado

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da ATDC | Foto: Arquivo/Âncora1

Envelhecimento da população impulsiona cirurgia robótica ortopédica em cidades líderes em qualidade de vida
Envelhecimento da população impulsiona cirurgia robótica ortopédica em cidades líderes em qualidade de vida

À medida que o Brasil avança rapidamente no processo de envelhecimento populacional, cidades reconhecidas por oferecer melhores condições de vida à população idosa passam a incorporar tecnologias médicas de alta complexidade para responder a essa nova demanda. Hospitais localizados em Curitiba, Londrina e Balneário Camboriú já realizam cirurgias ortopédicas assistidas por robôs, voltadas principalmente a procedimentos de joelho e quadril.

Esses municípios figuram entre os destaques do Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), indicador que avalia cidades brasileiras a partir de critérios como saúde, ambiente urbano e condições socioeconômicas da população com 60 anos ou mais. A adoção da cirurgia robótica ocorre em um momento estratégico, diante do crescimento contínuo do número de idosos no país.

O Brasil já soma mais de 30 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, contingente que deve aumentar de forma significativa nas próximas décadas. Com o avanço da idade, problemas articulares se tornam mais frequentes, impactando diretamente a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida. Nesse cenário, a ortopedia ganha papel central no cuidado à saúde da população idosa.

As cirurgias robóticas realizadas nesses centros utilizam a plataforma Zimmer Biomet ROSA, tecnologia desenvolvida para auxiliar o cirurgião no planejamento e na execução de procedimentos com maior precisão. O sistema permite um alinhamento mais exato das próteses e maior controle durante a intervenção, fatores considerados relevantes para pacientes mais velhos.

Segundo o médico ortopedista Mauro Meyer, a incorporação da cirurgia robótica reflete uma mudança no cuidado com o envelhecimento. Para ele, preservar a mobilidade é um dos pilares do envelhecimento saudável. “Tecnologias como a cirurgia robótica ajudam a preservar a autonomia e permitem que o paciente retome suas atividades diárias com mais segurança”, afirma.

Para a população acima dos 60 anos, a abordagem robótica tem se mostrado uma aliada importante. Por ser menos invasiva, tende a provocar menor agressão ao organismo, com incisões menores e movimentos mais precisos. Isso se traduz, em muitos casos, em menos dor no pós-operatório, menor risco de complicações e recuperação funcional mais rápida.

De acordo com o especialista, a maior precisão cirúrgica contribui para reduzir sangramentos, diminuir o risco de infecções e encurtar o tempo de internação, aspecto especialmente relevante para pacientes que convivem com doenças associadas, como hipertensão, diabetes ou problemas cardiovasculares. A recuperação mais eficiente também ajuda a reduzir a perda de autonomia no período pós-operatório, com impacto direto no bem-estar físico e emocional.

A presença da cirurgia robótica ortopédica em cidades que lideram rankings de longevidade evidencia uma convergência entre planejamento urbano, políticas públicas e inovação em saúde. Ambientes que estimulam o envelhecimento ativo, aliados a soluções médicas de alta precisão, contribuem para minimizar limitações físicas, dores crônicas e a dependência funcional associadas ao avanço da idade.

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