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Responsabilidade Social • 08:57h • 06 de junho de 2025

Brasileiros associam mudanças climáticas a impactos no dia a dia

Pesquisa investigou como brasileiro vê as mudanças climáticas

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

A poluição sonora foi destaque para 44% dos soteropolitanos (nascidos em Salvador), enquanto os cariocas se dividiram entre a poluição do ar (41%) e questões relacionadas ao abastecimento de água (30%). Em Manaus 54% citaram a poluição do ar, outros 34% as queimadas e 26% o desmatamento. Em Belém, a coleta de esgoto (40%) e de lixo (28%) foi o problema mais urgente.
A poluição sonora foi destaque para 44% dos soteropolitanos (nascidos em Salvador), enquanto os cariocas se dividiram entre a poluição do ar (41%) e questões relacionadas ao abastecimento de água (30%). Em Manaus 54% citaram a poluição do ar, outros 34% as queimadas e 26% o desmatamento. Em Belém, a coleta de esgoto (40%) e de lixo (28%) foi o problema mais urgente.

Uma pesquisa feita com internautas brasileiros de dez capitais investigou a forma como eles percebem as mudanças climáticas. Os impactos mais urgentes, como calor excessivo e poluição do ar, foram os mais citados pelos entrevistados

A partir do questionário, conduzido pelo Instituto Cidades Sustentáveis e respondido por 3.500 pessoas, observou-se que os principais problemas apresentados variam de acordo com a cidade dos que responderam. Dessa forma 71% dos paulistanos consideram a poluição do ar como o problema ambiental mais grave, enquanto 60% dos moradores de Porto Alegre e 45% dos de Belo Horizonte elegeram as enchentes como maior problema.

A poluição sonora foi destaque para 44% dos soteropolitanos (nascidos em Salvador), enquanto os cariocas se dividiram entre a poluição do ar (41%) e questões relacionadas ao abastecimento de água (30%). Em Manaus 54% citaram a poluição do ar, outros 34% as queimadas e 26% o desmatamento. Em Belém, a coleta de esgoto (40%) e de lixo (28%) foi o problema mais urgente.

Em Recife, a poluição das águas alerta 43% dos que responderam, assim como a coleta e o tratamento de esgoto são prioridade para 29%. Última capital citada, Goiânia elegeu como maiores problemas a falta de coleta seletiva (39%), a poluição sonora (31%) e as queimadas (28%). No somatório das respostas, 52% elegeram como maior problema a poluição do ar, 34% a poluição sonora e 32% as enchentes e alagamentos.

Em relação aos principais impactos sentidos, as respostas variaram menos - 49% de todos os que responderam consideraram que o calor excessivo é o principal impacto, seguidos por 17% que consideram a poluição do ar, 11% que citam o preço dos alimentos e 10% que citam as enchentes. Os outros impactos, como seca, falta de água, deslizamentos de terra e aumento do nível do mar somam 8%, e 4% não souberam responder. Com exceção de Porto Alegre, em que o impacto mais citado foi o das enchentes, com 36% das menções, em todas as capitais o calor foi apontado como fator mais presente.

A pesquisa também quis saber como as pessoas veem o papel dos governantes das cidades no combate a essas mudanças. Em todas as cidades ela foi elevada, com os entrevistados afirmando que os municípios podem contribuir, sendo os moradores e Porto Alegre os mais céticos: lá, 13% acreditam que o governo municipal não pode fazer nada.

Quanto ao que as cidades podem fazer, as medidas mais citadas foram controlar o desmatamento e a ocupação de áreas de mananciais, reduzir o uso de combustíveis fósseis no transporte público, ampliar áreas de preservação ambiental, promover a destinação adequada de resíduos sólidos, com medidas como reciclagem e compostagem, e fomentar a construção com critérios sustentáveis.

O estudo tem alguns limites, que não são desconsiderados para se chegar aos resultados finais: se concentra em pessoas das classes C (55%) e A/B (30%), com apenas 15% de respostas entre os mais pobres. Não ouviu crianças e concentrou as respostas em adolescentes e adultos jovens (entre 16 e 44 anos, 62% dos que responderam).

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