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Economia • 11:43h • 01 de janeiro de 2026

Bônus de fim de ano pode encolher até 37,5% com impostos e alternativa ainda é pouco conhecida

Cartão multibenefícios surge como opção sem descontos tributários, mas é adotado por apenas 3,6% das empresas no Brasil

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da The Lever Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1

Bônus de dezembro perde força com impostos e cartão sem desconto ainda é exceção
Bônus de dezembro perde força com impostos e cartão sem desconto ainda é exceção

O fim de ano costuma ser marcado por confraternizações, pagamentos extras e bônus corporativos, um reforço importante para os colaboradores em um dos períodos de maior gasto do ano. Na prática, porém, parte desse dinheiro não chega integralmente ao bolso do trabalhador. Dependendo da forma de pagamento, o bônus pode sofrer descontos de Imposto de Renda e INSS que reduzem significativamente o valor final recebido.

Quando o bônus é pago junto com o salário ou enquadrado como Participação nos Lucros e Resultados (PLR), ele passa a ser tratado como renda tributável. Nesses casos, os descontos podem chegar a até 37,5%, conforme a faixa salarial do colaborador. Isso significa que um valor anunciado como benefício pode perder mais de um terço antes mesmo de ser utilizado.

Levantamento da Ecx Pay, fintech especializada em benefícios corporativos, mostra que as empresas brasileiras costumam conceder bônus médios de cerca de R$ 500 em dezembro. Com a incidência máxima de impostos, esse valor pode sofrer um desconto de R$ 187,50, reduzindo de forma considerável o impacto positivo da premiação.

Segundo o estudo, existe uma alternativa legalmente isenta de impostos, o uso de cartões multibenefícios, mas ela ainda é pouco difundida. Apenas 3,6% das empresas utilizam esse formato para bonificações de fim de ano, mesmo sendo vantajoso tanto para empregadores quanto para colaboradores.

Para João Innecco, cofundador da Ecx Pay, a baixa adesão está mais ligada à falta de informação do que à inviabilidade do modelo. “A solução ainda é pouco explorada, mas vem ganhando espaço à medida que as empresas buscam formas mais eficientes e com menor impacto tributário para reconhecer seus times”, afirma.

Além da questão fiscal, o cartão multibenefícios também reduz custos operacionais. Ao concentrar o valor em um único meio de pagamento, as empresas eliminam gastos com compras, logística e distribuição de brindes físicos, remindedo o trabalho das áreas de RH e financeiro. Para o colaborador, o benefício é a liberdade de escolha sobre como e onde utilizar o valor recebido.

“O ganho não é apenas financeiro. Há mais previsibilidade para a empresa e mais aproveitamento real do benefício pelo funcionário”, destaca Innecco. Em um cenário de atenção crescente aos custos e à retenção de talentos, a forma como o bônus é concedido pode fazer tanta diferença quanto o valor anunciado.

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