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Economia • 16:56h • 20 de julho de 2025

Aumento do IOF fará brasileiros trabalharem mais dias para pagar impostos

Projeção do IBPT aponta que reajuste no imposto sobre operações financeiras vai exigir mais esforço do contribuinte, que já compromete quase cinco meses do ano com tributos

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da IBPT | Foto: Divulgação

Brasileiros terão que trabalhar mais dias em 2026 por causa do aumento do IOF
Brasileiros terão que trabalhar mais dias em 2026 por causa do aumento do IOF

O contribuinte brasileiro vai precisar trabalhar mais dias nos próximos anos para arcar com os tributos. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) revela que, com o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), os brasileiros terão que dedicar dois dias a mais de trabalho em 2025 e quatro dias a mais em 2026 apenas para pagar impostos.

Segundo o estudo, o total de dias trabalhados exclusivamente para quitar tributos em 2025 já chega a 149 dias, o equivalente a 40,82% da renda anual, um dos percentuais mais altos do mundo. Com o reajuste do IOF, esse tempo tende a crescer, pressionando ainda mais o orçamento da população.

O IOF é um imposto que incide sobre uma ampla variedade de operações, como empréstimos, financiamentos, seguros, câmbio, cartões de crédito e remessas internacionais. Por ser pouco visível e com efeito acumulativo, ele acaba afetando todas as camadas da sociedade. “O IOF é um imposto silencioso, mas extremamente perverso. Embutido no custo de produtos e serviços, acaba sendo pago tanto pelas empresas quanto diretamente pelo cidadão”, explica Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do IBPT.

Além disso, o imposto é repassado em cadeia: a indústria paga sobre crédito, câmbio e seguros e embute esse valor nos preços dos produtos. O comércio, por sua vez, arca novamente com esses custos e também os repassa. O consumidor final, portanto, acaba pagando por diversas etapas da cobrança.

Para o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike, a medida representa um retrocesso. “O aumento do IOF agrava a regressividade do sistema tributário e penaliza principalmente quem mais precisa de crédito. São mais dias de trabalho para sustentar o Estado, sem melhorias equivalentes nos serviços públicos”, destaca.


O IBPT estima que os 149 dias de trabalho atuais são divididos da seguinte forma: 83 dias para impostos sobre o consumo, 55 sobre a renda e 11 sobre o patrimônio. Na comparação histórica, o salto é expressivo: em 1970, o brasileiro trabalhava 76 dias por ano para pagar tributos — hoje, são quase o dobro.

O instituto alerta ainda para a tendência de crescimento contínuo da carga tributária, com medidas que sobrecarregam o cidadão comum. O aumento do IOF, ainda em discussão no Congresso, é mais um passo nessa direção, com efeitos diretos no poder de compra e na qualidade de vida da população.

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