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Saúde • 11:14h • 24 de setembro de 2024

Alzheimer: Ministério da Saúde destaca a importância do diagnóstico precoce

No Dia Mundial e Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer, o Ministério da Saúde reforça que o SUS oferece atendimento completo, incluindo diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes

Da Redação/Ministério da Saúde | Foto: Acervo Âncora1

Embora ainda não exista prevenção específica para a doença de Alzheimer, os médicos recomendam manter a mente ativa e adotar hábitos saudáveis.
Embora ainda não exista prevenção específica para a doença de Alzheimer, os médicos recomendam manter a mente ativa e adotar hábitos saudáveis.

No último sábado (21/09), Dia Mundial da Doença de Alzheimer e Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer, o Ministério da Saúde ressalta a importância do diagnóstico precoce como medida fundamental para oferecer melhores estratégias de cuidado e evitar a progressão acelerada da doença. O objetivo é conscientizar a população sobre os sinais de alerta e a necessidade de buscar atendimento, superando a invisibilidade do tema e o estigma associado às demências.

A assistência para pessoas com Alzheimer é garantida pelo Sistema Único de Saúde por meio da Política Nacional de Atenção ao Portador de Doença Neurológica, que estabelece normas para a habilitação das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurocirurgia e dos Centros de Referência em Neurologia. Esses centros oferecem atendimento completo, incluindo diagnóstico, tratamento clínico e cirúrgico, além do acompanhamento dos pacientes.

Atualmente, o SUS conta com 258 Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Neurologia e Neurocirurgia, além de 36 Centros de Referência, capacitados para atender pacientes com Alzheimer. A rede pública também oferece tratamento multidisciplinar e medicamentos que ajudam a retardar os sintomas da doença.

O Relatório Nacional sobre a Demência: Epidemiologia, (Re)conhecimento e Projeções Futuras, divulgado no dia 20 de setembro pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Federal de São Paulo, aponta que cerca de 8,5% da população brasileira com 60 anos ou mais vive com a doença, o que representa aproximadamente 2,71 milhões de casos. Até 2050, a projeção é que esse número chegue a 5,6 milhões.

Cerca de 45% dos casos de demência poderiam ser prevenidos ou retardados, devido a fatores modificáveis, como baixa escolaridade, perda auditiva, hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo, depressão, inatividade física e isolamento social. A promoção da saúde ao longo da vida é essencial na prevenção. Outro fator importante é o estigma associado à doença, que impacta negativamente a busca por diagnóstico e tratamento.

Política de cuidado e prevenção

Em 2024, foi instituída a Lei nº 14.878, que cria a Política Nacional de Cuidado Integral às Pessoas com Doença de Alzheimer e outras demências no âmbito do SUS. A lei prevê diretrizes como a capacitação de profissionais de saúde para a prevenção, identificação precoce dos sinais e sintomas, e a integração dos serviços de saúde.

Embora ainda não exista prevenção específica para a doença de Alzheimer, os médicos recomendam manter a mente ativa e adotar hábitos saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos, alimentação equilibrada, leitura e atividades sociais, como formas de reduzir o risco de desenvolvimento da doença. Cuidar da saúde cardiovascular, controlando o colesterol, a hipertensão e o diabetes, além de manter a saúde auditiva e ocular, também são importantes medidas preventivas.

O tratamento medicamentoso para pacientes com Alzheimer, também disponível no SUS, tem como objetivo estabilizar o comprometimento cognitivo, o comportamento e a realização das atividades diárias, com o mínimo de efeitos adversos.

O Ministério da Saúde reforça que o diagnóstico precoce é essencial para garantir melhor qualidade de vida aos pacientes e seus familiares, além de aumentar as chances de retardar a evolução da doença com o tratamento adequado. 

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