Policial • 10:09h • 15 de setembro de 2026
Aliança roubada pode estar com a polícia; veja como tentar recuperar a joia
Nota fiscal, fotografia, publicação em rede social e extrato bancário podem ajudar a comprovar a propriedade
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações do Governo de SP | Foto: Divulgação
Vítimas de roubo ou furto de alianças e outras joias podem procurar a Polícia Civil de São Paulo para verificar se a peça foi recuperada durante alguma operação. O reconhecimento depende da apresentação de elementos que comprovem a propriedade e deve ser solicitado rapidamente, antes que o objeto seja descaracterizado ou destinado a leilão.
A nota fiscal é o documento mais indicado, mas não é a única forma aceita. Fotografias em que a vítima aparece usando a joia, publicações em redes sociais, comprovantes de transferência e extratos bancários referentes à compra também podem auxiliar na identificação.
O boletim de ocorrência é considerado importante para demonstrar quando e como ocorreu a subtração, embora não seja obrigatório para solicitar o reconhecimento. A ausência do registro deve ser explicada durante o atendimento.
Vítima passa por reconhecimento e perícia
Na delegacia, a pessoa presta depoimento sobre as circunstâncias em que perdeu a joia e apresenta as provas disponíveis. Se houver uma peça compatível entre os objetos apreendidos, é elaborado o auto de reconhecimento e realizada uma perícia antes da devolução.
As joias permanecem sob custódia policial até o encerramento definitivo do processo judicial. Depois desse período, os objetos que não forem reclamados podem ser encaminhados para leilão.
Na capital paulista, o atendimento é realizado no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), localizado na Avenida Zaki Narchi, 152, na zona norte. O contato também pode ser feito pelos telefones: (11) 2224-0741 e (11) 2224-0388 ou pelo e-mail: 3dig.deic@policiacivil.sp.gov.br.
No interior, vítima deve procurar a delegacia local
Em cidades do interior, as joias recuperadas podem permanecer nas delegacias responsáveis pelas operações ou ser encaminhadas à delegacia seccional mais próxima para perícia do Instituto de Criminalística. Por isso, a vítima deve buscar informações na unidade policial do município onde o crime foi registrado.
Se a aliança tiver sido derretida, o reconhecimento não será possível porque marcas e características individuais deixam de existir. Segundo Fernando David, delegado titular da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Fraudes Financeiras e Econômicas do Deic, o derretimento pode ocorrer rapidamente para dificultar a identificação das peças.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas do mês
Educação
Quem são os alunos de Assis, Cândido Mota e Florínea que conquistaram intercâmbio internacional: veja a lista
Jovens de oito municípios estudarão no Canadá, na Irlanda e na Nova Zelândia pelo Prontos pro Mundo e devem entregar documentos até 21 de setembro