Esporte • 15:35h • 28 de abril de 2026
10º ouro no Brasileiro: Carina Santi transforma título em referência para mulheres dentro e fora do tatame
Atleta amplia legado no jiu-jitsu e reforça movimento que ganha força no interior com cursos de defesa pessoal
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | via Assessoria | Foto: Divulgação
A conquista do 10º título brasileiro de jiu-jitsu por Carina Santi vai além do pódio. O resultado alcançado neste fim de semana, em Barueri (SP), reforça não apenas a consistência de uma carreira construída ao longo de anos, mas também o impacto crescente da modalidade entre mulheres, inclusive no interior de São Paulo, onde cursos de defesa pessoal vêm ganhando espaço.
Faixa-preta e campeã mundial, Carina ficou com o ouro na categoria Master 1 Pesado (até 79,3 kg) no Campeonato Brasileiro da IBJJF, principal competição nacional da modalidade. Na mesma edição, ainda conquistou o vice-campeonato no absoluto, divisão sem limite de peso, consolidando mais uma participação de destaque.
Trajetória consistente consolida marca histórica
O décimo ouro não é um feito isolado. Desde 2012, quando ainda competia na faixa roxa, Carina Santi construiu uma trajetória sólida no cenário nacional. Ao todo, são 16 pódios em Campeonatos Brasileiros, sendo dez títulos, um número que evidencia regularidade em alto nível ao longo de mais de uma década.
Dez títulos e um efeito além do tatame: o impacto de Carina Santi no jiu-jitsu feminino
O Campeonato Brasileiro da IBJJF é reconhecido pelo alto grau de competitividade, reunindo atletas de todo o país e exigindo desempenho técnico elevado em todas as categorias.
“O Campeonato Brasileiro é uma das competições mais exigentes do calendário. Chegar ao décimo título é resultado de um trabalho contínuo, com foco, disciplina e regularidade”, afirmou a atleta após a conquista.
Influência que ultrapassa o esporte
Fora das competições, Carina também atua na formação de novos praticantes. Ela é fundadora da Almeida JJ Women & Kids Premium, academia voltada ao ensino de jiu-jitsu para mulheres e crianças, com foco tanto no desenvolvimento técnico quanto no fortalecimento da presença feminina na modalidade.
Esse movimento dialoga diretamente com uma realidade que cresce em cidades do interior paulista. Cursos de defesa pessoal voltados ao público feminino têm se expandido, impulsionados pela busca por segurança, autonomia e qualidade de vida.
10 ouros depois, Carina Santi vira referência em um jiu-jitsu cada vez mais feminino
A visibilidade de atletas como Carina Santi contribui para esse cenário, funcionando como referência e incentivo para que mais mulheres iniciem na prática esportiva ou busquem o jiu-jitsu como ferramenta de proteção e fortalecimento pessoal.
Interior acompanha avanço da modalidade
O crescimento da procura por defesa pessoal feminina reflete uma mudança cultural em curso. Academias e projetos esportivos têm ampliado a oferta de aulas específicas, adaptadas a diferentes níveis de experiência, desde iniciantes até praticantes mais avançadas.
Nesse contexto, conquistas como a de Carina ganham um significado ampliado. Elas não apenas representam excelência esportiva, mas também ajudam a consolidar o jiu-jitsu como um espaço cada vez mais acessível e relevante para mulheres de diferentes perfis.
Com o décimo título brasileiro, a atleta reafirma sua posição entre os nomes mais consistentes da faixa-preta no país e, ao mesmo tempo, fortalece um movimento que cresce silenciosamente fora dos grandes centros.
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