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Policial • 14:18h • 13 de maio de 2025

Polícia Civil localiza alianças roubadas e chama vítimas para reconhecimento

Alianças recuperadas em operação são disponibilizadas para reconhecimento; ação é parte da investigação sobre esquema de receptação de objetos roubados

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da SSP-SP | Foto: Divulgação

Deic busca vítimas de ladrões de alianças em São Paulo após apreensão de bens; vítimas podem fazer reconhecimento
Deic busca vítimas de ladrões de alianças em São Paulo após apreensão de bens; vítimas podem fazer reconhecimento

O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de São Paulo iniciou a busca por vítimas de furto ou roubo de alianças, após a apreensão de vários bens na operação “Ouro Reverso” realizada na semana passada. A ação, que recuperou 16 alianças e R$ 2,7 milhões em ouro e joias, visa identificar os proprietários dos objetos e comprovar a origem ilícita desses bens, um passo fundamental nas investigações.

De acordo com o delegado Fernando David, o reconhecimento das alianças pelas vítimas é essencial para confirmar que os objetos foram de fato roubados e não apenas utilizados como moeda de troca. “Quando a vítima vem à delegacia e faz o reconhecimento do material, ela descarta a hipótese de que aquelas alianças podem ter sido usadas apenas como moeda de troca. Com a comprovação do roubo, conseguimos provar que nas lojas onde eram feitas a venda do ouro era praticado o crime de receptação qualificada”, explica David.


Operação Ouro Reverso: Deic apreende alianças e ouro roubado em SP

O processo de reconhecimento inclui a solicitação de informações adicionais para comprovar a origem dos objetos, como fotos ou documentos relacionados ao furto. Após o reconhecimento, as alianças serão submetidas a perícia antes de serem devolvidas aos legítimos proprietários.

A apreensão das alianças ocorreu em lojas no centro de São Paulo, e a ação também resultou em apreensões significativas de ouro e dinheiro. No total, cerca de R$ 2,7 milhões em ouro e joias, além de R$ 157 mil em espécie, foram encontrados. Cidadãos que acreditam ter sido vítimas de roubo e reconhecem as alianças apreendidas podem comparecer à sede do Deic, localizada na avenida Zaki Narchi, 152 - Carandiru, na zona norte da capital, para realizar o reconhecimento.


Deic investiga roubo de alianças e busca vítimas após apreensão de bens em SP; reconhecimento das peças já pode ser feito

A prisão de negociador e investigações em andamento

Durante a operação, os agentes do Deic prenderam o principal negociador de ouro e joias da organização criminosa, identificado como o “flecha” do grupo. Ele foi encontrado em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, em posse de R$ 80 mil. O suspeito, de 37 anos, é acusado de receber as joias furtadas e roubadas e vendê-las rapidamente para lojas no centro da cidade.


Polícia Civil localiza alianças roubadas, divulga as peças e chama vítimas para reconhecimento

Além da prisão, a operação também resultou na cassação dos CNPJs de três lojas clandestinas que eram usadas para derreter os materiais preciosos. O Deic continua investigando a participação de outras pessoas e empresas envolvidas no esquema ilícito.

A quadrilha era liderada pela ‘mainha do crime’, identificada como financiadora dos roubos e líder do grupo especializado em assaltos com o uso de motocicletas. A mulher foi detida em fevereiro deste ano. Além do negociador preso, outras dez pessoas e 11 empresas estão sendo investigadas.

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